Sair
Assine
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Projeto de lei

Condenado terá de escolher se fica no mundo do crime, diz Moro

Para o ministro, a medida pode enfraquecer as facções criminosas que controlam o crime fora e dentro das prisões

Publicado em 15 de Julho de 2019 às 13:20

Publicado em 

15 jul 2019 às 13:20
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, durante cerimônia para assinatura de Portaria Interministerial que cria o Serviço Nacional de Notificação de Recall de veículos. Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O ministro Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública) disse no Twitter que condenado "terá que fazer uma escolha, mantém-se vinculado ao mundo do crime ou obtém benefícios". "Queremos ressocializar os presos", escreveu Moro. "Mas quem se mantém vinculado a grupo criminoso não quer ressocialização. Então o condenado terá que fazer uma escolha, mantém-se vinculado ao mundo do crime ou obtém benefícios."
De acordo com o ministro, "aquele condenado por integrar organização criminosa ou por praticar crime através de grupo criminoso não obterá benefícios durante o cumprimento da pena se houver elementos de prova que indiquem que ainda compõe a associação criminosa".
Ao reiterar a importância da aprovação do projeto de lei anticrime, Moro disse que são "medidas simples, mas eficazes contra a corrupção, o crime organizado e os crimes violentos". "Uma das propostas mais importantes visa obrigar os membros de organizações criminosas a romperem os vínculos criminosos", escreveu.
"Com a medida que propomos, enfraqueceremos as facções criminosas que controlam o crime fora e dentro das prisões. Isso é urgente", defendeu o ministro.
Moro informou que durante a semana reuniu-se com o procurador Nacional Antimáfia e Antiterrorismo da Itália, Federico Cafiero. "Na Itália, segundo o procurador geral Antimáfia, os mafiosos submetidos ao cárcere duro só recebem benefícios prisionais se colaborarem com a Justiça. É ainda mais rigoroso. A colaboração é a prova do rompimento do vínculo criminoso", finalizou.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Usuários do Instagram, WhatsApp e Facebook relatam instabilidades
Padre Thiago da Silva Vargas pertence ao clero da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim
Padre capixaba se torna mestre e entra para a elite mundial da liturgia
Inmet previsão do tempo 13 de junho
ES recebe alerta de tempestades com granizo e ventos de até 100 km/h

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados