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Indicação do presidente

Indicação foi 'um gol de placa do presidente', diz Onyx sobre Eduardo

O ministro enfatizou que a escolha dos embaixadores é uma prerrogativa do presidente da República e que não há a exigência de que eles sejam diplomatas de carreira

Publicado em 19 de Julho de 2019 às 01:47

Publicado em 

19 jul 2019 às 01:47
O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni Crédito: Reprodução Instagram
O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta quinta-feira, 18, que aguarda a ordem do presidente Jair Bolsonaro para enviar ao Senado a indicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) ao comando da embaixada do Brasil em Washington, nos Estados Unidos.
"Primeiro precisamos da ordem do presidente. Quando ele mandar, enviamos a indicação para a Comissão de Relações Exteriores do Senado e para o plenário da Casa. Se o presidente nos der este comando, não tenho dúvida de que vocês serão convidados para cobrir a posse dele lá", disse.
Para Onyx, a indicação foi "um gol de placa do presidente". Ele afirmou ainda que Eduardo irá trabalhar pela aproximação do Brasil com os Estados Unidos. "A principal função do embaixador é aproximar países e que forma melhor do que o filho do presidente, amigo de Trump Donald Trump, presidente americano fazer esse trabalho?", questionou.
Para ele, a aproximação com os americanos será importante também na defesa da Amazônia porque o país terá um aliado forte militarmente. "O dia que alguém quiser invadir a Amazônia vai saber que temos parceiros que podem nos ajudar a mantê-la sendo nossa", disse.
O ministro enfatizou que a escolha dos embaixadores é uma prerrogativa do presidente da República e que não há a exigência de que eles sejam diplomatas de carreira.
A jornalistas, Onyx disse também que durante a campanha eleitoral, muitos diplomatas "achincalharam o Brasil" por terem divergências ideológicas com Bolsonaro. "Eles prestaram um desserviço ao Brasil. Respeito a posição dos diplomatas, mas isso não lhes dá o direito, por sua matriz ideológica, de achincalhar o Brasil. Isso é uma barbaridade o que fizeram com o país", disse.

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