Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Esportes
  • Futebol
  • CEO do Maracanã explica jogo do Fluminense na Libertadores fora do estádio e garante não haver dívidas
futebol

CEO do Maracanã explica jogo do Fluminense na Libertadores fora do estádio e garante não haver dívidas

Tricolor vai atuar no Estádio Nilton Santos pela competição continental; clube está 'rigorosamente em dia' com o Flamengo e a gestão do estádio...

Publicado em 08 de Março de 2022 às 18:22

LanceNet

Publicado em 

08 mar 2022 às 18:22
Depois de três meses, o Maracanã está muito próximo de voltar a receber jogos. Na reta final da reforma do gramado, que agora será híbrido (grama natural reforçada por fibras sintéticas), o estádio terá a primeira partida no próximo sábado, entre Bangu e Flamengo, pela última rodada da Taça Guanabara. O Fluminense, porém, entra em campo nesta quarta-feira pelo jogo de ida da terceira fase da Libertadores. Depois de atuar em São Januário na fase anterior, agora o Tricolor utilizará o Nilton Santos. O fato de não poder atuar em casa gerou debate nas redes sociais.Em entrevista ao LANCE!, o CEO do Maracanã, Severiano Braga, explicou o motivo de o estádio não estar disponível para o confronto do Flu com o Olímpia, do Paraguai, e esclareceu que o clube não chegou a pedir a liberação. O Tricolor entendeu que haveria um tempo de maturação da grama e, por isso, buscou outras alternativas.
- São duas coisas. Um: o Fluminense não pediu liberação para cá. Dois: o gramado, depois de colocada a fibra, temos de 12 a 15 dias para ficar em ponto de jogo. Coincidentemente, dará os 12 dias (no sábado, data de Flamengo e Bangu). Fizemos os testes na sexta, no sábado, pois o gramado tem sua evolução. Começamos a fibra de um lado e viemos trazendo. Então, fomos acompanhando a evolução do gramado - explicou.
- Tínhamos uma máquina de 8 toneladas passeando no gramado 24h. Fomos entendendo o processo e chegamos aos 12 a 15 dias, mas fizemos os testes. Sempre falamos da semifinal (do Carioca para a reabertura do estádio), mas pode-se fazer uma correlação com o jogador. Quando está no departamento médico, nem é informado a data de volta, mas também não coloca antes da hora. Se está pronto para entrar, vai entrar. Foi o que fizemos. Medimos direitinho, demos de 12 a 15 dias, e estará pronto para os jogos - completou.Outro fator que constantemente gera dúvidas nas redes sociais é com relação a uma suposta dívida do Fluminense com o Flamengo e o Maracanã. Severiano Braga explicou que não há pendências com o Tricolor e reforçou a ótima relação na atual gestão do estádio.
- Não tem (dívida do Fluminense). O Flamengo e o Fluminense estão rigorosamente em dia com as prestações. Temos um caixa do Maracanã, e o que o Flamengo tem que contribuir ele contribui, o que o Fluminense tem que contribuir ele contribui. Estão todos alinhados e não tem dívida - garantiu.
Flamengo e Fluminense dividem a gestão do Maracanã desde abril de 2019, quando o governador da época, Wilson Witzel, decidiu romper o contrato com o Consórcio que administrava o estádio pelo não pagamento da outorga de R$ 38 milhões por parte do Complexo.
Crédito: FluminensenãopoderájogaraLibertadoresnoMaracanãnestaquarta-feira(Foto:MarianaSá/Lancepress
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Candidatos do ES informaram ter dinheiro em espécie
De R$ 52,34 a R$ 2,4 milhões: os candidatos do ES que declararam dinheiro vivo
Sede da Apex Partners na Praia do Suá, Vitória.
Justiça afasta antigo administrador da Apex de todas as empresas do grupo
Limpeza de sururu no píer da Praia do Canto, em Vitória: uma das imagens que marcam a Semana Santa no Estado
Proibida a cata e venda de sururu-de-costão até dezembro

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados