Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

futebol

Qual o prejuízo do seu clube em 2020 com a ausência de público nos estádios?

Jornalista do portal UOL, Daniel Lavieri, fez levantamento onde considerou as 20 equipes que disputam a Série A do Brasileirão...

Publicado em 09 de Janeiro de 2021 às 11:14

LanceNet

Publicado em 

09 jan 2021 às 11:14
Crédito: Divulgação/Maracanã
Apesar da necessidade de impedir a presença de público nas partidas do futebol brasileiro em razão da proporção que ainda toma a Covid-19 no país, é fato que mesmo os clubes da elite tiveram um prejuízo considerável. Seja pensando na festa das arquibancadas e o aspecto anímico bem como nas finanças de cada um deles. Pensando no sentido econômico, o jornalista Daniel Lavieri, do portal 'UOL', fez um levantamento considerando documentos oficiais dos clubes enviados a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) referentes aos cálculos de prejuízo com os estádios vazios até a última rodada do Brasileirão realizada em 2020.
No aspecto geral, os clubes tiveram uma despesa de R$ 21 milhões que não pôde ser coberta com as receitas de bilheteria ou mesmo receitas indiretas dessa condição como, por exemplo, a venda de alimentos e bebidas na parte interna dos estádios e até uma queda na adimplência dos programas de sóci-torcedor.
Os clubes mais prejudicados nesse sentido dentro da Série A do Brasileiro foram os responsáveis pela gestão do Maracanã (Fluminense e Flamengo, adversários da última quarta-feira) que, somados, acumularam mais de R$ 5 milhões.
Utilizando uma estrutura bem menor do que o habitual Serra Dourada, o Goiás conseguiu mitigar esse tipo de custo, tendo incluído na documentação o custo de pouco menos de R$ 574 mil para atuar no estádio Hailé Pinheiro, tradicionalmente chamado de Serrinha.
A única equipe que não forneceu documentação direta para a CBF, entrando em contato direto com o jornalista para passar a informação, foi o Sport.
Confira abaixo o ranking detalhado em valores:
1º Fluminense: R$ 2.627.096,19 2º Flamengo: R$ 2.447.223,64 3º Atlético-MG: R$ 1.442.015,44 4º Botafogo: R$ 1.334.579,16 5º Palmeiras: R$ 1.120.313,13 6º - Vasco: R$ 1.096.343,73 7º Bahia: R$ 937.659,97 8º Ceará: R$ 929.596,41 9º Fortaleza: R$ 901.648,12 10º Santos: R$ 852.249,22 11º São Paulo: R$ 851.764,11 12º Sport: R$ 830.666,91 13º Coritiba: R$ 809.141,55 14º Internacional: R$ 801.512,72 15º Grêmio: R$ 788.737,00 16º Corinthians: R$ 762.457,68 17º Red Bull Bragantino: R$ 687.872,05 18º Athletico: R$ 599.672,24 19º Atlético-GO: R$ 582.090,38 20º Goiás: R$ 573.726,95

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Mais conhecida como Baiana, Evani dos Santos Reis é a presidente do Sindilimpe-ES
Gari, mulher e negra: a provável suplente de Contarato na campanha ao Senado
Imagem de destaque
Dois anos após o crime, casal é condenado por morte de jovem em Aracruz
ES está entre os estados mais expostos às novas tarifas dos EUA, aponta Findes
ES está entre os estados mais expostos às novas tarifas dos EUA, aponta Findes

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados