Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

futebol

Sob a batuta de Honda, Botafogo faz 'jogo de segurança' na Copa do Brasil

Apesar de pressão no Vasco nos minutos finais, Alvinegro não foi ameaçado em boa parte da partida; japonês lidera equipe e é o destaque da classificação às oitavas...

Publicado em 24 de Setembro de 2020 às 11:14

LanceNet

Publicado em 

24 set 2020 às 11:14
Crédito: Vítor Silva/Botafogo
Keisuke Honda foi uma parte fundamental para a classificação do Botafogo na Copa do Brasil. Na semana passada, começou a jogada que resultou no gol de Matheus Babi. Na última quarta-feira, a importância ainda aumentou: no 0 a 0 disputado em São Januário, o camisa 4 foi a liderança do Alvinegro e o expoente técnico da equipe de Paulo Autuori.
Como de praxe, iniciou o jogo na primeira linha de meio-campo, ao lado de Caio Alexandre. Diante do espaçado meio-campo do Vasco, teve espaço para conduzir a bola e chegar ao terço final com frequência. O camisa 4 era o responsável por fazer o combate a Andrey e Benítez, expoentes criativos do Vasco, e, ao mesmo tempo, fazer o jogo do Botafogo rodar.
Uma atuação presente nas duas metades do campo. Todo o jogo do Botafogo passava por Honda, que chamou a responsabilidade e fez uma das melhores atuações desde que chegou ao Brasil. O japonês, mesmo com o brilho, não foi o único expoente positivo: apesar de uma pressão nos minutos finais em busca da vitória, o Vasco pouco assustou o Alvinegro.Isto se deu porque Martín Benítez não dominou a bola sem, pelo menos, a presença de dois marcadores por perto. O camisa 10 iniciou a partida mais voltado ao lado esquerdo do ataque. Logo quando tinha a posse, Caio Alexandre e Kevin - ou até mesmo Marcelo Benevenuto - se aproximavam do argentino. Sem espaço, a bola não chegou a Germán Cano.
O Botafogo "cortou a raiz" do Vasco, que até melhorou com as mudanças realizadas no intervalo. Vinícius - um dos que entrou na etapa complementar -, contudo, produziu lances de perigo apenas a partir de iniciativas individuais. O conjunto cruz-maltino não se completou e a atuação do Botafogo em termos defensivos tem muito a ver com isto.
Ofensivamente, contudo, o Botafogo deixou a desejar. Bruno Nazário e Matheus Babi, fundamentais no jogo de ida, tiveram atuação apagada. O camisa 10, diante do desespero do Vasco em buscar um gol, até teve espaço para avançar e cortar em diagonal, mas pecou em finalizações e passes na entrada da área.
Tudo em termos ofensivos é mais complexo e tem a ver com frescor e qualidade dos jogadores. Como é mais complexo, precisa trabalhar e a gente não trabalha. É só no papo. Quando eu falo nós, não digo nós Botafogo, mas sim jogadores e treinadores dos clubes. E as pessoas querem jogar. Tem pessoas que já foram jogadores praticantes e não tem a menor noção, neste momento, daquilo que é esse esforço terrível que se faz - analisou Paulo Autuori, após a partida.
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Radar móvel será usado em ação educativa com bikes elétricas em Vitória
Imagem de destaque
Escape de urina ao correr ou pular não é normal e também afeta mulheres jovens. Entenda
Trio é flagrado andando em bike elétrica por ruas de Aracruz
Três adolescentes são flagrados na mesma bike elétrica em Aracruz

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados