Fábrica de Ideias vai começar a selecionar empresas
Leonel Ximenes
Fábrica de Ideias vai começar a selecionar empresas
As empresas selecionadas vão, preferencialmente, instalar setores de pesquisa e desenvolvimento (P&D) por lá, e oferecer oportunidades de colaboração com grupos de pesquisa e estudantes
Publicado em 01 de Julho de 2018 às 22:42
Públicado em
01 jul 2018 às 22:42
Colunista
Leonel Ximenes
lximenes@redegazeta.com.br
Luisa Torre (interina)
Fábrica de Ideias, em VitóriaCrédito: Fernanda Madeira
O Ifes vai fazer um chamamento público agora, no segundo semestre de 2018, para que empresas de tecnologia possam ocupar andares de um dos prédios da Fábrica de Ideias, o Edifício Ala Leste, em Vitória. Um grupo de trabalho foi criado no Comitê de Governança da Fábrica de Ideias e está preparando o edital.
Pesquisa e intercâmbio
As empresas selecionadas vão, preferencialmente, instalar setores de pesquisa e desenvolvimento (P&D) por lá, e oferecer oportunidades de colaboração com grupos de pesquisa e estudantes.
Em busca da ambiência
Um grupo de empreendedores de tecnologia da informação, aliás, havia apresentado um manifesto à prefeitura e ao Ifes para ocupar a Fábrica. Segundo eles, para fortalecer o setor, é preciso ambiência, ou seja, a troca diária de ideias entre empresas.
Falando em inovação
O Centro de Pesquisa, Inovação e Desenvolvimento (CPID), em Cariacica, já tem data para inauguração: será na quinta-feira, 5 de julho. Serão sete laboratórios com foco em engenharia ambiental e tecnologia.
Que essa menina fofa brincando e torcendo traga sorte hoje para o Brasil seguir vivo no sonho do hexa.Crédito: Ricardo Medeiros
Bolão dos políticos 1
Anotem aí para cobrar depois. O governador Paulo Hartung aposta que o Brasil vence o México por 2 x 0.
Bolão dos políticos 2
O ex-governador Renato Casagrande também aposta em Brasil 2 x 0, com gols de Coutinho e Neymar. Ao menos no futebol os dois estão em sintonia.
Bolão dos políticos 3
Já a senadora Rose de Freitas acredita em um resultado mais apertado: Brasil 2 x 1 México.
Noite de cultura
Hoje começa a 13ª Mostra Produção Independente da ABD Capixaba. O documentário Rio das Lágrimas Secas, de Saskia Sa, será exibido na abertura, no Cine Jardins.
Interação digital
Um empresário do varejo do Estado vai abrir uma loja digital, com muita tecnologia e pouco vendedor. Focada em eletrônicos, os consumidores vão poder conversar com os produtos.
“A matemática não é um bicho papão”
Os alunos do Estado têm se destacado em Olimpíadas de Matemática desde 2016. Esses bons resultados são consequência de um programa voltado para a disciplina, coordenado pelo professor Wellington Azevedo. Com o foco na Olimpíada, o Estado conquistou 9 medalhas de ouro em 2016 e 17 em 2017.
O que fazer para despertar os alunos para a matemática?
A gente tenta fazer uma divulgação de que a matemática não é bicho papão. Queríamos oferecer problemas ligados ao dia a dia dos alunos, para que eles mesmos pudessem colocar soluções. Mas tem que ter envolvimento da família e dos professores.
E os alunos estão interessados na disciplina?
Tivemos interesse grande de alunos e já temos processo seletivo para entrar no programa. São quase 2.600 alunos matriculados e as aulas são sábado pela manhã.
Por que focar na Olimpíada?
Lá no ensino superior, quando o aluno entra numa universidade pública, num curso de engenharia, medicina, astronomia, ele ao mesmo tempo que faz a graduação é convidado para participar do programa de mestrado em matemática. Isso é oferecido para quem ganha medalhas. É importante que, a nível nacional, o país consiga formar mais pesquisadores nesse campo.
Por que formar pesquisadores é importante?
Se você pensar no campo da medicina, é fácil de entender. Precisa de pessoas para pensar além do serviço médico, precisa de pesquisador para possível cura do câncer. E a matemática pode ajudar nisso, se o aluno usar estatística, por exemplo, na medicina.
Os alunos do Estado têm se destacado em Olimpíadas de Matemática desde 2016. Esses bons resultados são consequência de um programa voltado para a disciplina, coordenado pelo professor Wellington Azevedo. Com o foco na Olimpíada, o Estado conquistou 9 medalhas de ouro em 2016 e 17 em 2017.
O que fazer para despertar os alunos para a matemática?A gente tenta fazer uma divulgação de que a matemática não é bicho papão. Queríamos oferecer problemas ligados ao dia a dia dos alunos, para que eles mesmos pudessem colocar soluções. Mas tem que ter envolvimento da família e dos professores.
E os alunos estão interessados na disciplina?Tivemos interesse grande de alunos e já temos processo seletivo para entrar no programa. São quase 2.600 alunos matriculados e as aulas são sábado pela manhã.
Por que focar na Olimpíada?Lá no ensino superior, quando o aluno entra numa universidade pública, num curso de engenharia, medicina, astronomia, ele ao mesmo tempo que faz a graduação é convidado para participar do programa de mestrado em matemática. Isso é oferecido para quem ganha medalhas. É importante que, a nível nacional, o país consiga formar mais pesquisadores nesse campo.
Por que formar pesquisadores é importante?Se você pensar no campo da medicina, é fácil de entender. Precisa de pessoas para pensar além do serviço médico, precisa de pesquisador para possível cura do câncer. E a matemática pode ajudar nisso, se o aluno usar estatística, por exemplo, na medicina.
Leonel Ximenes
Iniciou sua história em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De lá para cá, acumula passagens pelas editorias de Polícia, Política, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Também atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 é colunista. É formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo.