O Dia dos Namorados, celebrado nesta sexta-feira (12), vai além dos gestos românticos e das trocas de presentes. A data também convida os casais a refletirem sobre a conexão que compartilham e sobre as diferentes formas de demonstrar afeto.
Grande parte dos conflitos entre parceiros nasce justamente de falhas na comunicação, quando o amor existe, mas não é reconhecido na maneira como é demonstrado, conforme aponta o psicoterapeuta Gary Chapman.
Em seu livro, “As 5 linguagens do amor para quem tem pressa”, Chapman retoma a famosa teoria sobre a organização do afeto em cinco expressões: palavras de afirmação, tempo de qualidade, presentes, atos de serviço e toque físico.
A obra funciona como uma forma condensada da tese anterior, mas em vez de aprofundar conceitos já conhecidos, esta versão se concentra no que pode ser feito hoje para melhorar a dinâmica do casal.
Confira cinco para casais se entenderem melhor:
Descubra a linguagem principal do outro: cada pessoa tende a se sentir mais amada de um jeito específico: palavras, tempo junto, presentes, ajuda prática ou toque. Identificar essa preferência evita frustrações repetitivas. Quando o amor chega na “língua certa”, a resposta costuma ser mais positiva.
Trate o amor como decisão diária: a paixão inicial é intensa, mas não dura para sempre. O vínculo amadurece quando o casal escolhe amar mesmo fora do auge emocional. Atitudes constantes valem mais do que picos de romantismo.
Transforme exigências em pedidos claros: cobranças duras criam resistência. Pedidos respeitosos abrem espaço para cooperação. O autor defende que a forma como se fala importa tanto quanto o que se pede.
Reveja papéis engessados dentro de casa: na linguagem dos atos de serviço, tarefas domésticas podem se tornar fonte de conflito. Chapman sugere que o casal converse sobre expectativas e distribua responsabilidades com base no cuidado mútuo.
Pratique atenção total no tempo de qualidade: estar junto não é o mesmo que estar presente. Conversas sem distrações, escuta atenta e interesse genuíno criam segurança emocional. São os pequenos momentos bem vividos que constroem conexão real.