E lá vamos nós de novo. 'Hello' meus leitores HZers (nome do nosso fandom), estou de volta com a segunda edição do Geração HZ, série em que a gente revisita o eterno Caderno 2, de A Gazeta. O nosso antecessor de entretenimento era um hit no jornal físico! E como nada termina e tudo se transforma, vamos relembrar como era a cultura pop na década de 2000.
E como nosso primeiro episódio foi sobre o ano de 2000 (clique aqui e confira), hoje vamos pular dois 'aninhos' e ir para 2002.
O que você estava fazendo em janeiro de 2002? Eu ainda era só um conceito (risos), mas se preparem que esse acervo está cheio de coisas icônicas viu. Por isso, analisei as edições dos dias 11, 15 e 29 de janeiro daquele ano.
Na capa do dia 11 já tem algo chocante para nós capixabas. Simplesmente era o ano do lançamento do primeiro álbum homônimo do Macucos, e com o destaque totalmente para eles bebês (é brincadeira, quis dizer estavam bem novos).
Mesmo não sendo muito meu estilo, obviamente eu conhecia a banda. E ver o grupo como “promessa do reggae” é muito doido pra mim (eu sei que todo artista começou de algum lugar, mas enfim).
Inclusive, logo na capa, foi tão bom ver que o sucesso do Casaca era descrito por José Roberto (uma referência do jornalismo cultural capixaba pra mim) como “a onda de autoestima na música capixaba”. Só falamos de artistas desde o início do Caderny.
Além desses, nas outras capas ainda tem simplesmente a queen Alanis Morissette no Fantástico, o último episódio do Sai de Baixo, e o auge, foi a partir de 2002 que quem tentava participar do BBB podia se inscrever por meio da internet (ainda chamada de “rede mundial de computadores”, que isso gente? 1500? - brincadeira).
Good morning sunshine. Vai ter Patrícia Kogut no Geração HZ de novo sim! Porque eu real não me canso dessa diva pop do Caderno 2. E dessa vez o alvo da queen foi um programa de clipes que eu não conheço, mas pior que eu não reclamo dessa vez.
Como uma criança criada pelo MTV e TVZ, eu tenho tanta saudade de canais de videoclipe. Pensa numa arte que se perdeu com o tempo. Para mim, a MTV não passar mais clipes é equivalente a biblioteca de Alexandria sendo queimada.
Lembrei que foi o ano da Copa do Mundo também (embora ainda não tenha acontecido quando eu analisei) Inclusive, a últma estrela do Brasil no mundial. Isso deve ser uma perseguição com a minha geração, antes de eu nascer, o Brasil ganhava as coisas, e depois nunca mais ganhou nada. Vê se pode isso, mas enfim né.
Simplesmente tinha um anúncio da Tiazinha no jornal, meu Deus. E pior, ela fazendo um photoshoot sensual para uma revista de informática? Dia do anúncio maluco.
Muita gente fala que, hoje em dia, o povo está depravado, mas para mim, anos 2000 e 90 (principalmente), o povo era mais cara de pau nisso. Na verdade, zero consciente.
E o mais engraçado, sobrou até pra Danielle Winits as notas da diva Kogut. Ela deu 0 para as lentes de contato da Dani em “Quinto dos Infernos”. Segundo ela, era para parecer angelical, mas ficou com cara de “mefistotélica” (achei cunty usar isso pra acabar com algo que você não gosta, vou aderir).
OMG. Era o ano que o Clone estava passando na TV Globo com Giovana Antonelle belíssima como Jade, muito ouro inshalá. Além desse hit, tinha também "Desejos de Mulher", "Malhação" da época da Nanda, e ainda estava tendo testes de elenco do “O Beijo do Vampiro”.
Na parte de filmes e séries, tiveram lançamentos importantes, como Power Rangers (eu amava quando eu era pequeno), Arquivo X, Harry Potter, A Era do Gelo, ET e muito mais. Os fãs de cultura pop estavam servidos com um banquete.
Saindo da parte mais pop do Caderno 2, meus HZers, vamos para uma novidade do jornal em 2002, o “Poucas e Boas”. Um quadro que dava notícias de uma forma humorada (ou seja, jogando muito shade).
Tipo quando eles fizeram uma votação na época para definir as personalidades mais chatas da TV (colocando os coitados do Supla, Galvão Bueno e o Marcos Mion quando ele ainda tava na MTV), ou quando eles foram comentar que o NSYNC foi fazer uma participação especial em Star Wars e ficaram felizes que eles foram massacrados no filme. O “Poucas e Boas” foi basicamente o antecessor do Twitter (ou X, né), que legal.
Gente, se eu tivesse esse trabalho, seriam tantos artistas que iriam ter esse fim. Mas como não quero ser cancelado por alguns fandoms no Twitter, vou ficar quieto.
E meu povo, é tão massa abrir o caderny e ver nomes que ainda trabalham com a gente no HZ. Porque além de estar participando dos nossos vídeos, o nome de Renata Rasseli também estava nas edições que eu bem analisei. Até porque seja em HZ ou Caderno 2, apenas artistas passaram por aqui.
Gente, que tudo foi fazer essa exploração, e não para por aí viu... que no próximo vai ser mais especial ainda, porque vamos para o meu ano, 2004. Nos vemos em breve!