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Leonel Ximenes

Maior quindim do mundo será feito em Nova Almeida, na Serra

O doce tipicamente brasileiro terá 1 metro de largura por 1 metro de comprimento e será fatiado neste domingo, último dia do Festival de Doces, que começa na sexta

Publicado em 20 de Janeiro de 2020 às 14:34

Públicado em 

20 jan 2020 às 14:34
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes Leonel Ximenes

lximenes@redegazeta.com.br

Quindim de tamanho tradicional servido na festa do ano passado Crédito: Foto do leitor
Depois da polenta, em Venda Nova do Imigrante, da torta de morango, em Pedra Azul, do café de Brejetuba e da moqueca capixaba na panela de barro gigante , em Conceição da Barra, o Espírito Santo terá também o maior quindim do mundo, em Nova Almeida, na Serra, no 3º Festival de Doces que será realizado entre os dias 7 e 9 de fevereiro, das 18h às 23h, na Praça dos Pescadores. A entrada será gratuita.
O quindim terá 1 metro de comprimento por 1 metro e será confeccionado pelas doceiras da região, conhecida como o local do quindim tradicional no ES..
Segundo a idealizadora do doce gigante, Sandra Gomes, quem for ao festival poderá saborear um pedaço do quindim no último dia da festa, quando a tentação será fatiada, por volta das 18h.

ORIGEM DO DOCE É CONTROVERSA: PORTUGUESA OU AFRICANA?

Segundo o site Delícias no Tacho, assim como a baba de moça, o quindim é um doce brasileiro, mas de origem portuguesa. O doce português que teria dado origem ao quindim é o brisa-do-Lis (doce conventual típico da região de Leiria), que leva praticamente os mesmos ingredientes do quindim, sendo que no doce português é utilizada a farinha de amêndoas no lugar do coco.
No entanto, a origem é polêmica, pois muitos afirmam que o nosso quindim é na verdade um doce africano. Segundo essa tese, os escravos africanos teriam introduzido o coco em substituição à farinha de amêndoas, pouco acessível naquela época,e teriam batizado a nova versão do doce português brisa-do-lis de quindim, nome africano que significa dengo, encanto.

Leonel Ximenes

Leonel Ximenes Leonel Ximenes

Iniciou sua história em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De lá para cá, acumula passagens pelas editorias de Polícia, Política, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Também atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 é colunista. É formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo.

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