Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Mundo
  • Forças Armadas da Venezuela declaram 'lealdade absoluta' a Maduro
"Apoio incondicional"

Forças Armadas da Venezuela declaram 'lealdade absoluta' a Maduro

Ministro da Defesa se referiu a Maduro como "comandante-chefe das Forças Armadas"; líder de partido opositor foi preso em meio a onda de protestos desde a proclamação da reeleição do ditador

Publicado em 30 de Julho de 2024 às 15:33

Agência FolhaPress

Publicado em 

30 jul 2024 às 15:33
SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - As Forças Armadas da Venezuela expressaram "lealdade absoluta e apoio incondicional" ao ditador Nicolás Maduro em meio a protestos contra a sua questionada reeleição.
Ministro da Defesa, Vladimir Padrino, se referiu a Maduro como comandante-chefe das Forças Armadas. Em discurso na TV, Padrino diz que Maduro foi "legitimamente reeleito pelo poder popular e proclamado pelo Poder Eleitoral para o período presidencial 2025-2031".
Ele também diz que o país enfrenta uma tentativa de golpe de Estado, "forjado novamente por fascistas da direita extremista apoiada pelo império norte-americano". As Forças Armadas são consideradas o principal apoio do governo venezuelano.

Opositor é preso

Freddy Superlano, um dos líderes da oposição a Nicolás Maduro, foi preso em meio a onda de protestos que assola a Venezuela desde a proclamação do ditador a mais um mandato no comando do país.
Prisão do líder oposicionista foi comunicado pelo partido Voluntad Popular. Segundo a legenda, o coordenador político nacional foi detido por dois agentes das autoridades venezuelanas.
Voluntad Popular disse que a prisão de Superlano é um "alerta sobre a escalada da repressão" no país. "Alertamos a comunidade internacional sobre a escalada repressiva da ditadura de Nicolás Maduro contra os ativistas da causa democrática, que exigem pacificamente a publicação dos resultados eleitorais".
O Voluntad Popular foi fundado pelo ex-líder da oposição Leopoldo López, e integra o bloco da candidatura de Edmundo González. A oposição contesta a proclamação da vitória de Maduro sobre a justificativa de que o pleito teria sido fraudado.
MADURO PROCLAMADO PRESIDENTE PARA 3º MANDATO
O ditador Nicolás Maduro foi proclamado presidente da Venezuela na tarde da segunda-feira (29). O CNE anunciou que Maduro havia vencido com 51% dos votos com 80% dos votos apurados.
Proclamação ocorreu mesmo sem divulgação das atas da eleição. Processo eleitoral e a falta de transparência geraram dúvidas para a população, oposição e observadores internacionais. A Organização dos Estados Americanos disse que não reconhece o resultado do pleito venezuelano sob a justificativa de que houve "vícios, ilegalidades e más práticas" durante o processo eleitoral.
María Corina Machado, líder do grupo, disse que a oposição "tem 73% das atas". "Com as atas que faltam, ainda que o CNE [Conselho Nacional Eleitoral] desse 100% dos votos para Maduro, não chegam perto do Edmundo com o que já temos", declarou.
Protestos tomaram cidades da Venezuela e deixaram mortos. Os manifestantes exigem que os votos sejam contados, e estátuas de Hugo Chávez foram derrubadas.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Instituto Ponte
O Brasil que transforma pessoas
Orquestra Filarmônica Moderna Brasileira
Filarmônica Moderna Brasileira apresenta sucessos de Michael Jackson em Vitória
Disponível em formato eletrônico, a Autorização Eletrônica de Viagem é exigida para menores de 16 anos
Férias de julho provocam um recorde nos cartórios do ES

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados