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Abertura da assembleia

Sanções arbitrárias e intervenções unilaterais estão se tornando regra, diz Lula na ONU

Fala ocorre após Trump ampliar sanções a autoridades brasileiras em reação a julgamento de Bolsonaro
Agência FolhaPress

Publicado em 

23 set 2025 às 11:19

Publicado em 23 de Setembro de 2025 às 14:19

SÃO PAULO - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) iniciou sua fala na Assembleia-Geral da ONU, em Nova York, criticando a "sanções arbitrárias", um dia após os Estados Unidos ampliarem as punições a autoridades brasileiras em resposta à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
"Assistimos à consolidação de uma desordem internacional marcada por seguidas concessões à política do poder. Atentados à soberania, sanções arbitrárias e intervenções unilaterais estão se tornando regra. Existe um evidente paralelo entre a crise do multilateralismo e o enfraquecimento da democracia", afirmou, após dizer que os ideais que inspiraram os fundadores da organização estão ameaçados como nunca antes.
Lula abriu os discursos na ONU nesta terça (23) Crédito: Reprodução/Canal Gov
"O autoritarismo se fortalece quando nos omitimos frente a arbitrariedades, quando a sociedade internacional vacila na defesa da paz, da soberania e do direito, as consequências são trágicas. Em todo o mundo, forças antidemocráticas tentam subjugar as instituições e sufocar as liberdades.
Na segunda (22) governo americano incluiu a advogada Viviane Barci de Moraes, mulher de Moraes, e da empresa que pertence à família do magistrado na lista de sancionados pela Lei Magnitsky, criada para punir pessoas envolvidas em corrupção ou graves violações de direitos humanos.

Nossa democracia e nossa soberania são inegociáveis, diz Lula na ONU

O presidente Lula (PT), em recado a Donald Trump, citou o julgamento de Jair Bolsonaro (PL) e falou que "nossa democracia e soberania são inegociáveis".
O petista disse que "falsos patriotas arquitetam e promovem publicamente ações contra o Brasil", acrescentando que, "pela primeira vez, em 525 anos de nossa história, um ex-chefe de Estado foi condenado por atentado contra o Estado democrático de Direito".
"Foi investigado, denunciado e julgado em um processo minucioso. Teve amplo direito de defesa, prerrogativas que ditaduras negam às suas vítimas", acrescentou o petista, em referência a Bolsonaro.
"Diante dos olhos do mundo, o Brasil envia recado a todos os candidatos autocratas: Nossa democracia e soberania são inegociáveis", seguiu, sendo aplaudido pelos presentes.
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