“Para refrescar a memória de quem está procurando problema no retrovisor, em 2018 havia crescido 3%”, provocou o ex-secretário, que publicou em suas redes sociais os dados de uma reportagem da revista Veja.
Segundo reportado pelo jornal Valor Econômico, dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) apontam que o fraco resultado da atividade econômica do ES está ligado aos impactos do rompimento barragem de rejeitos de minério de ferro da mina Córrego do Feijão, da Vale, em
Brumadinho (MG).
Minas Gerais também foi afetada pela crise, estando 8,6% abaixo de seus maiores níveis apurados antes da crise, em junho de 2013. O Espírito Santo está 15,5% abaixo do maior índice antes da crise, datado de novembro de 2014.