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Ar frio

Veja 6 dicas essenciais para cuidar da sua saúde no inverno

As baixas temperaturas, falta de luz natural e umidade baixa podem causar problemas respiratórios, aumentar a probabilidade de doenças e afetar a resistência ao estresse
Redação de A Gazeta

Publicado em 

01 jul 2025 às 09:01

Publicado em 01 de Julho de 2025 às 12:01

mulher gripada
A exposição ao ar frio e seco tende a irritar as mucosas do sistema respiratório Crédito: Shutterstock/ PeopleImages.com - Yuri A
O inverno no Brasil, especialmente nas regiões Sul e Sudeste, é uma época que exige atenção redobrada com a saúde. A combinação de temperaturas mais baixas, ar seco e maior tempo em ambientes fechados cria um cenário propício para a proliferação de doenças respiratórias, tanto alérgicas quanto infecciosas.
De acordo com o boletim InfoGripe da Fiocruz, divulgado hoje (23), em 2025, já foram confirmados 52.853 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país, causada por vírus como Influenza, Sars-cov 2, rinovírus, vírus sincicial respiratório, etc.
O clínico geral Thiago Piccirillo, da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, explica que as baixas temperaturas, falta de luz natural e umidade baixa podem causar problemas respiratórios, aumentar a probabilidade de doenças e afetar a resistência ao estresse.
“A exposição ao ar frio e seco tende a irritar as mucosas do sistema respiratório, tornando-as mais vulneráveis à entrada de vírus e bactérias. Além dos fatores climáticos, alguns comportamentos comuns no inverno também contribuem para a disseminação de doenças respiratórias”, comenta ele.
Segundo o especialista, a permanência em ambientes fechados e pouco ventilados favorece a concentração de vírus e bactérias. Da mesma forma, aglomerações facilitam a transmissão de doenças de pessoa para pessoa.
“O relaxamento com medidas de higiene, como a menor frequência na lavagem das mãos e no uso de álcool em gel, aumenta o risco de contaminação. A baixa procura por vacinas, especialmente a da gripe, deixa a população mais suscetível a doenças”, reforça. 

Veja as dicas

Invista na vitamina D: A exposição solar é imprescindível para a produção de vitamina D, essencial para a saúde óssea e imunológica. Como a exposição solar é menor no inverno, é importante conversar com seu médico sobre a necessidade de suplementação, seja por meio de alimentos ricos em vitamina D ou suplementos vitamínicos.

 Mantenha os ambientes arejados e se vista adequadamente: A baixa umidade do ar pode agravar problemas respiratórios. Mantenha a casa bem ventilada e, se necessário, use um umidificador. Um filtro de ar também pode ajudar a reduzir partículas no ambiente. Além disso, use roupas adequadas para o frio, e evite aglomerações em locais fechados.

 Mantenha-se ativo: A inatividade pode afetar a saúde física e mental. Tenha uma rotina de exercícios físicos, mesmo que leves, como caminhadas. Isso ajuda a manter a circulação sanguínea e fortalecer o corpo.

Priorize a nutrição: Evite o excesso de alimentos gordurosos e calóricos. Mantenha uma dieta equilibrada com frutas, legumes, peixes e grãos integrais para fortalecer seu sistema imunológico.

Hidrate-se constantemente: Mesmo com menos transpiração, o corpo precisa de água para regular a temperatura e proteger os órgãos. A água também ajuda a transportar nutrientes essenciais que fortalecem o corpo e previnem doenças. A hidratação adequada também previne o ressecamento da pele causado pelo ar seco do inverno.

Proteja-se da gripe: A vacinação anual contra a gripe é fundamental. Adote hábitos de higiene, como lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou uso do álcool em gel. Evite tocar olhos, nariz e boca, que são portas de entrada para vírus.

“Idosos e crianças são os grupos mais suscetíveis às doenças de inverno devido à fragilidade do sistema imunológico. Em idosos, doenças crônicas como diabetes, cardiopatias, doenças renais e câncer podem comprometer mais as defesas naturais do organismo, elevando o risco de infecções. Já em crianças, condições respiratórias crônicas, como a asma, aumentam a probabilidade de complicações em caso de infecções respiratórias”, finaliza o especialista.
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