Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Julho das Pretas

Live debate os desafios e oportunidades para mulheres pretas

Debate sobre o mês de luta das mulheres negras terá transmissão no site e nas redes sociais de A Gazeta, a partir das 19 horas

Publicado em 12 de Julho de 2023 às 21:00

Julia Paranhos

Publicado em 

12 jul 2023 às 21:00
No Julho das Pretas — mês de ação política e agenda com espaço para reivindicações das mulheres negras —, o Todas Elas vai realizar uma live sobre as oportunidades e lutas que ainda são desafios no dia a dia dessas mulheres. A transmissão ocorrerá nesta quinta-feira (13), às 19 horas, no site e nas redes sociais de A Gazeta, com a participação de convidadas especiais: a presidente do Instituto Conexão Perifa, Crislayne Zeferina, e a coordenadora do Coletivo Beco e do Conectando Mulheres, Ana Clara.
Desde maio, Crislayne Zeferina trabalha para que o Julho das Pretas tenha visibilidade e consiga atingir mais mulheres pretas com sua importância, ações e temas. “A importância do julho está ligada à incidência política que estamos fazendo para dar visibilidade às diversas mulheres negras capixabas que existem. O tema que estamos trabalhando é por mais visibilidade, respeito e pelo fim do racismo estrutural”, explica a presidente do Conexão Perifa.
Cryslaine Zeferina, Elis Carvalho e Ana Clara vão participar da live do Julho das Pretas, do Todas Elas
Crslayne Zeferina, Elis Carvalho e Ana Clara vão participar da live do Julho das Pretas, do Todas Elas Crédito: Divulgação
Já Ana Clara é coordenadora do Coletivo Beco, uma organização sem fins lucrativos que trabalha na perspectiva de ampliação e busca por direitos coletivos e comunitários, além de pontuar o debate da negritude de forma central, transversal e interseccional. Ela ressalta que o objetivo de falar sobre os problemas do racismo e machismo que é vivido por corpos negros é essencial para entender as dores dessas pessoas e construir uma sociedade melhor.
"Precisamos falar desse passado e presente através de narrativas negras. Materializar nossos diálogos e dores são processos fundamentais e potentes para construirmos uma sociedade em que não haja esses problemas do racismo e machismo contra mulheres negras. O Brasil tem uma população de maioria negra que necessita ocupar espaços literários, históricos, culturais, formais que também contêm a sua história",  destaca Ana Clara.
Quem vai conduzir a live do Todas Elas é a influencer, repórter e apresentadora do Em Movimento, da TV Gazeta, Elis Carvalho. Para ela, ações no Julho das Pretas são fundamentais para dar voz às reivindicações e discussões das mulheres negras.
“Todas as mulheres já nascem lutando contra o machismo. Só que as mulheres negras precisam lutar contra machismo e também contra o racismo. Por mais que tenhamos questões muito parecidas, nós também temos histórias e vivências historicamente muito diferentes. Então, o Julho das Pretas é importante para levantar os debates e necessidades das mulheres pretas para que a gente possa de alguma forma fazer algo para acabar com esse preconceito contra elas e fazer com que consigam chegar em posições de poder, que é o que a gente não vê hoje em dia”, ressalta Elis.
Segundo a editora-chefe de A Gazeta, Elaine Silva, a iniciativa de criar uma programação para o mês de julho, que contém debates sobre opressões, racismo e machismo contra as mulheres negras, surgiu da conexão do projeto Todas Elas com os movimentos e instituições que lutam pela igualdade de gênero e racial.
“Quando vimos a importância do evento Julho das Pretas, nos pareceu muito interessante juntar as nossas iniciativas para falar desse momento tão especial, de valorização do universo feminino, no contexto racial também. A programação já começou, mas terá muitos outros eventos até o fim do mês e vamos contar na live o que vem pela frente”, afirma Elaine.
Elaine Silva é editora-chefe da redação A Gazeta/CBN
Elaine Silva é editora-chefe da redação de A Gazeta Crédito: Foto: Vitor Jubini / Arte: Geraldo Neto

Origem do Julho das Pretas

O "Julho das Pretas" foi criado pelo Instituto da Mulher Negra (Odara), em 2013, para celebrar o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, que ocorre em 25 de julho. Além disso, tem o intuito de lembrar do Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, em homenagem à líder que comandou a luta do Quilombo de Quariterê, no século 18, no Brasil.
Desde então, o mês é marcado pela importância dos eventos. A ação política é realizada em todo o país com organizações dos movimentos sociais, coletivos e autônomos das mulheres negras nas diversas esferas da sociedade.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Viaturas da Polícia Rodoviária Federal em Viana, ES. Viaturas e agentes da PRF na Rodovia BR-262
Acidente entre três carros deixa quatro pessoas feridas na BR 101, em Conceição da Barra
Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada ao local
Motociclista morre após bater de frente com carreta na BR 262
Lourival Carvalho Santos Junior, de 24 anos, morreu em um acidente debaixo do viaduto de Carapina
Motociclista morre após acidente com ônibus do Transcol na Serra

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados