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Philipe Lemos

Artigo de Opinião

É secretário de Estado do Turismo
Philipe Lemos

2024 é o ano do turismo para o Espírito Santo

O momento é decisivo para a manutenção de receitas positivas, e com a reforma tributária o turismo passa a ter um protagonismo inédito
Philipe Lemos
É secretário de Estado do Turismo

Publicado em 08 de Maio de 2024 às 16:34

Publicado em 

08 mai 2024 às 16:34
Para começar, não poderia ser de outra forma. Faço a você um convite a se imaginar naquele destino que você tanto sonhou. Fazer turismo é algo que todo mundo gosta. Faz bem para o corpo, acalma a mente, ajuda a conhecer cultura e costumes diferentes. Mas para além do momento de contemplação, o turismo tem uma importância grande para a receita dos municípios e estados. O tema ganhou destaque e é possível afirmar que 2024 é o ano para o turismo do nosso Espírito Santo.
Atualmente, o turismo emprega 196 mil pessoas e responde por 7% do PIB do capixaba. É uma atividade que gera ocupação, renda e oportunidade. Os números foram divulgados recentemente pelo Boletim da Economia do Turismo, um levantamento feito pela Secretaria de Estado do Turismo (Setur) em parceria com o Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN).
E tem mais: uma outra pesquisa realizada pela Setur mostrou que 98% dos turistas que visitaram o nosso Estado durante o verão e o carnaval deste ano recomendam o Espírito Santo como um destino de férias.
Olhando para o futuro, a Setur está implementando uma série de iniciativas inovadoras. O Projeto Conecta Turismo, desenvolvido em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo (Fapes) e a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), chegou para criar um Sistema de Informações Turísticas. Esse sistema fornecerá dados para embasar políticas públicas e ajudar os empreendedores do setor a tomar decisões estratégicas. Aumentamos a oferta de cursos de qualificação, já estamos melhorando o acesso a rotas turísticas do Estado e ampliando a sinalização para guiar os visitantes.
A Setur está trabalhando para reintegrar o Espírito Santo à rota dos cruzeiros marítimos. Com planos já em fase de análise pela Capitania dos Portos. Oportunidade não apenas para o turismo mas também para diversos setores econômicos.
O Buda gigante em Ibiraçu, outro símbolo da cidade ao lado do pastel
Buda de Ibiraçu Crédito: Marcelo Moryan
A iniciativa privada tem papel fundamental para esse desenvolvimento acontecer. Restaurantes, bares, hotéis, operadores de turismo, setor de eventos, etc. Entidades como Fecomércio, Findes, Senac têm sido parceiros. A cadeia produtiva precisa estar alinhada. E para ajudar nesse alinhamento, o Sebrae vai dedicar o ano inteiro para fomentar e profissionalizar o turismo.
E aqui reafirmo minha convicção do quanto o turismo vai se tornar cada vez mais protagonista: a reforma tributária. Com a unificação de impostos, uma das propostas da reforma, a arrecadação deixa de ser feita de forma cumulativa. Não ser cumulativo significa dizer que, ao longo da cadeia de produção de um item, o imposto vai ser pago apenas uma vez. Por isso, a importância de se ter mais circulação de pessoas usufruindo bens e serviços no destino.
Uma vitória recente foi a aprovação da continuidade do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse). Com o programa, haverá desoneração de alguns tributos no setor hoteleiro e de eventos, por exemplo. Mas isso tem prazo: até 2026. Vamos em frente, trabalhar pelo Espírito Santo e fazer do turismo uma marca forte do nosso Estado.
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