Trabalhar na Rede Gazeta era um sonho que sempre tive antes mesmo de saber o porquê. Ainda criança, aos 9 ou 10 anos, passei uns dias de férias na casa da minha tia-avó, na Rua Chafic Murad. Eu não me recordo de saber à época o que era a Rede Gazeta, mas, brincando na rua com várias crianças, me recordo de me ver pendurada na grade da empresa, olhando ali para dentro com uma sensação de grande satisfação e até contemplação. Senti que queria estar ali e fazer parte.
No meu aniversário de 15 anos, meus pais me perguntaram o que eu queria de presente. Disse que gostaria que me deixassem estudar em Vitória, fazer jornalismo. Aos 17, em 2003, começava o mundo das transformações, e é essa a palavra que resume toda essa relação.
Do interior do Estado para a Capital, faculdade, uma timidez gigante a ser vencida para realizar um sonho. Em 2004, a seleção para estagiários da Rede Gazeta. Tanta gente com experiência na dinâmica de grupo. Fui selecionada. Finalmente estava ali, onde tanto sonhei.
Conheci então a Redação Integrada de Rádios e Internet. Veja só, lá em 2004 a integração/transformação já fazia parte. Muitos aprendizados desde então, sempre cheios de desafios, mudanças… porque A Gazeta sempre esteve à frente dos processos que envolvem o jornalismo. Sempre em busca pela relevância e agilidade. Sempre com o compromisso de informar corretamente os leitores.
Dos 25 anos do site de A Gazeta, estou há quase 17 fazendo parte desse time. Vivenciamos mudanças de processos, de apostas, de novas ferramentas que nos auxiliam desde o start da notícia até a sua distribuição em inúmeras plataformas, para sempre estar à frente e manter o título de maior site de notícias do Espírito Santo e o melhor site sobre o Espírito Santo do mundo. E é com o mesmo sentimento de satisfação e contemplação (lá de trás) que vejo o que não mudou: o respeito, o compromisso e o jornalismo profissional que é entregue por A Gazeta.