Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Artigos
  • Escola cívico-militar no ES ajudará nos esforços para reduzir a criminalidade
Alexandre Ofranti Ramalho

Artigo de Opinião

Educação

Escola cívico-militar no ES ajudará nos esforços para reduzir a criminalidade

Nessas instituições, preza-se pela disciplina, pelo culto aos símbolos nacionais, pelo total respeito aos professores e pelo estímulo à liderança
Alexandre Ofranti Ramalho

Publicado em 08 de Março de 2020 às 14:00

Publicado em 

08 mar 2020 às 14:00
Projeção da escola cívico-militar de Viana Crédito: Prefeitura de Viana/Divulgação
No Espírito Santo, o programa Estado Presente é uma importantíssima política pública que persegue metas para a redução dos índices de homicídios. O governador Renato Casagrande, pessoalmente, conduz as reuniões com outras autoridades, elaborando planejamentos, corrigindo distorções e direcionando esforços para reduzir as mortes violentas.
Com total espírito de integração, os municípios apresentam-se como relevantes aliados, quando contribuem com ações relacionadas ao tema, são elas: saneamento básico, iluminação, pavimentação das vias, limpeza, saúde, ação social, educação e, obviamente, segurança pública municipal.
Nesse ambiente colaborativo de perspectivas municipais para a diminuição dos homicídios, Viana inova ao instalar a primeira escola cívico-militar do Espírito Santo.
Nessas instituições, preza-se pela disciplina, pelo culto aos símbolos nacionais, pelo total respeito aos professores e pelo estímulo à liderança.
Trata-se de uma alternativa de total interesse das famílias vianenses para auxiliar na consolidação de regras e limites, bem como para afastar definitivamente os jovens do mundo das drogas.
As mortes violentas no Estado estão diretamente ligadas ao tráfico de entorpecentes, com os envolvidos estando principalmente na faixa etária dos 12 aos 25 anos, tanto para quem mata, como para quem morre.
A proximidade com dignos policiais militares e a utilização de uniformes, assemelhados às fardas, naturalmente ensejarão a construção de sonhos e o nascimento de atitudes desejadas pelas famílias.
Valores serão agregados, afastando os jovens da ociosidade, uma vez que muitos vivem perambulando armados pelos bairros, traficando, servindo de “aviões”, “fogueteiros” e, lamentavelmente, cometendo homicídios.
É imprescindível afirmar que esse não é o objetivo principal da escola cívico-militar, mas, além de educar, como tantas outras, certamente mudará comportamentos e afastará seus alunos da criminalidade, contribuindo, de maneira incisiva, com o governo do Estado no firme propósito da redução dos homicídios.
*O autor é coronel da Polícia Militar do Espírito Santo e Secretário de Defesa Social de Viana
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados