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Márcio Caliari

Artigo de Opinião

É gerente de Meio Ambiente Industrial da Suzano e vice-presidente do Conselho Temático de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Coemas) da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes)
Márcio Caliari

Futuro da indústria passa por equilíbrio entre competitividade e sustentabilidade

Um dos desafios é mitigar os impactos da atividade industrial na qualidade do ar e na saúde da população. As indústrias têm progredido e investido em melhorias
Márcio Caliari
É gerente de Meio Ambiente Industrial da Suzano e vice-presidente do Conselho Temático de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Coemas) da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes)

Publicado em 03 de Fevereiro de 2025 às 15:33

Publicado em 

03 fev 2025 às 15:33
O setor industrial desempenha um papel essencial na economia do Espírito Santo, representando 38,3% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual. Com mais de 16 mil empresas industriais que geram milhares de empregos e contribuem com a arrecadação de impostos, o impacto do segmento vai muito além dos números, influenciando a qualidade de vida e o bem-estar dos capixabas.
Contudo, a busca pela competitividade não pode acontecer à custa da sustentabilidade ambiental e social. O equilíbrio é um desafio que as indústrias comprometidas com o futuro devem enfrentar para garantir de fato a Sustentabilidade.
Por meio da participação ativa em discussões técnicas e da colaboração com órgãos reguladores, o setor industrial busca contribuir para a construção de soluções que alinhem a preservação ambiental com o crescimento econômico. Esse trabalho, em consonância com normas nacionais e internacionais, como as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), tem mostrado avanços significativos nos últimos anos.
Um dos desafios é mitigar os impactos da atividade industrial na qualidade do ar e na saúde da população. As indústrias têm progredido e investido em melhorias. A recente regulação estadual dos limites de emissões é uma clara amostra do resultado de esforços conjuntos para soluções equilibradas.
O tema vem sendo constantemente debatido, contribuindo para que surjam medidas amenizadoras. A Suzano, por exemplo, além de promover melhorias operacionais para minimizar a emissão do odor característico das plantas de celulose, mantém a Rede de Percepção de Odor (RPO), constituída por voluntários que residem ou trabalham em comunidades que ficam a até 70 km da fábrica.
Suzano mantém mais de 108 hectares de áreas preservadas e é responsável por cerca de 5.800 empregos no Espírito Santo
Suzano mantém mais de 108 hectares de áreas preservadas Crédito: Suzano/ Divulgação
Eles ajudam a companhia a identificar eventuais desvios operacionais que resultem na emissão de odor perceptível ao olfato humano, permitindo que o problema seja corrigido no menor tempo possível.
As empresas do século XXI devem enxergar a sustentabilidade como um investimento. Iniciativas que promovem a eficiência energética, a economia circular e a inovação tecnológica minimizam os impactos ambientais e fortalecem a competitividade das organizações.
No Espírito Santo, onde o setor industrial vem tendo um dos maiores crescimentos do país nos últimos anos, as empresas do segmento já entenderam isso. Nos últimos cinco anos, a indústria capixaba investiu R$ 6,5 bilhões em ações sustentáveis, demonstrando que a transformação é possível quando há engajamento e visão estratégica das pessoas por trás das empresas. Esse é o caminho para o futuro equilibrado e bem desenvolvido social, ambiental e economicamente.
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