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Artigo de Opinião

Desenvolvimento

Investimentos devem levar em conta as desigualdades regionais do ES

Características de cada região, se não forem bem geridas, podem acabar penalizando a população

Publicado em 06 de Abril de 2019 às 01:43

Publicado em 

06 abr 2019 às 01:43
Renato Casagrande durante discurso de posse na Assembleia Legislativa
Paulo Menegueli*
Um dos maiores desafios para qualquer gestor é, a partir de um olhar realista sobre os temas sob seu domínio, identificar oportunidades de melhoria e promover as potencialidades que cada um apresenta. Na gestão pública, isso não é diferente. As regiões sob sua responsabilidade apresentam características únicas que, se não forem observadas e geridas, podem levar a uma desigualdade que penaliza a população e limita o desenvolvimento local.
Foi esse olhar do governador Renato Casagrande que gerou o alerta sobre o risco das desigualdades regionais para o desenvolvimento do Espírito Santo. Imbuído da responsabilidade de promover o crescimento regional sustentável e equilibrado entre todas as dez microrregiões do Estado, liderou a criação do Plano de Desenvolvimento Regional do Espírito Santo, que será lançado na próxima quarta-feira, em Cachoeiro de Itapemirim.
O Plano será gerido pelas Secretarias de Desenvolvimento (Sedes) e de Economia e Planejamento (SEP), com o importante apoio do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), que concebeu a metodologia desse relevante trabalho, que tem data para começar e não deve ter prazo para acabar. Como uma política pública voltada para prover o desenvolvimento local e o bem-estar da sociedade, deve ser vista como política de Estado, independentemente do governo e do governante que a instituiu. Muitas iniciativas são descontinuadas porque são percebidas como políticas de governo, que dependem da alternância de poder. Esse é um equívoco que não podemos permitir quando se trata de projetos de extrema importância para o Estado.
O que solicitamos à população é senso de propriedade – que se sinta não só destino do programa como também seu partícipe. E como proprietária, reivindique resultados e, principalmente, continuidade. Ao se perceber como público interessado, origem e fim dos esforços governamentais, a sociedade pode – e deve – lutar para a permanência de ações prioritárias. O Plano de Desenvolvimento Regional lançado em breve, cujo conteúdo será levado a todas as demais regiões, é uma dessas ações.
*O autor é subsecretário estadual de Desenvolvimento e coordenador executivo do Plano de Desenvolvimento Regional do Espírito Santo
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