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Vitor de Ângelo

Artigo de Opinião

É secretário de Estado da Educação
Vitor de Ângelo

O ES como polo de competências: a grande missão do nosso tempo

Nosso desafio é criar um ecossistema de aprendizagem que vá além das paredes, um espaço em que escolas, universidades, centros de formação, empresas e governos dialogam em prol de uma sociedade mais preparada, justa e inovadora
Vitor de Ângelo
É secretário de Estado da Educação

Publicado em 28 de Maio de 2025 às 11:40

Publicado em 

28 mai 2025 às 11:40
Falar de futuro é falar das pessoas, reconhecer o talento individual e coletivo por meio da educação. E é por isso que o Plano ES 500 Anos, um projeto estratégico de longo prazo que projeta o Espírito Santo de 2025 a 2035, tem como uma de suas cinco grandes missões o compromisso de transformar o Estado em um polo de competências. Não é apenas uma diretriz, é uma escolha de visão. Apostar em pessoas, em saberes, em formação continuada. Em um Espírito Santo que se reconhece no talento de sua população.
Esse se constrói a partir da ampliação do acesso ao conhecimento, do fortalecimento da educação básica, da valorização do ensino técnico e profissional e da conexão com centros de inovação e pesquisa. O nosso desafio é criar um ecossistema de aprendizagem que vá além das paredes, um espaço em que escolas, universidades, centros de formação, empresas e governos dialogam em prol de uma sociedade mais preparada, justa e inovadora.
Temos bases sólidas. O Espírito Santo é hoje líder no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do Ensino Médio, entre as redes estaduais do Brasil. Também somos destaque nacional em proficiência em Matemática. Isso não acontece por acaso. São resultados de políticas públicas sérias, sustentadas por evidências, como a expansão das escolas de tempo Integral e a integração com o ensino técnico. Hoje, todos os municípios capixabas contam com ao menos uma escola nessa modalidade.
Mas para sermos, de fato, um polo de competências, precisamos avançar. É preciso universalizar o tempo integral como regra, não como programa opcional. É preciso levar o pensamento computacional e a cultura digital a todas as escolas, fomentar o raciocínio lógico e as habilidades socioemocionais desde cedo. É preciso formar para o mundo do trabalho, mas também para a cidadania crítica.
Nesse contexto, a educação profissional tem papel fundamental. Nossos cursos técnicos são construídos em parceria com o setor produtivo, alinhados aos arranjos locais, da logística ao turismo, da mineração ao setor moveleiro. Preparamos nossos jovens não só para ocuparem empregos, mas para criarem oportunidades, inovarem e empreenderem – dentro ou fora das empresas.
O futuro do Espírito Santo está em formação contínua, em oportunidades que alcançam cada território e valorizam cada talento. Ser um polo de competências significa garantir autonomia, autoestima e dignidade a quem aprende. É investir em quem transforma.
Essa é a nossa missão. E ela já começou.
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