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Evair de Melo

Artigo de Opinião

É deputado federal
Patrimônio do ES

Reinauguração do Santuário Nacional José de Anchieta é um sopro de esperança

Vestígios da pandemia de gripe espanhola encontradas no patrimônio possuem uma triste semelhança com os dias atuais, mas mostram que mais uma vez vamos vencer
Evair de Melo
É deputado federal

Publicado em 17 de Novembro de 2021 às 14:00

Publicado em 

17 nov 2021 às 14:00
Santuário Nacional de São Jose de Anchieta será inaugurado em novembro
Santuário Nacional de São Jose de Anchieta será inaugurado em novembro Crédito: Divulgação
A história nos acompanha em todos os lugares. Ela nos ensina sobre o passado e também nos orienta para o futuro. O Santuário Nacional São José de Anchieta, patrimônio histórico e religioso capixaba, mais uma vez, se mostrou como um local cheio de memórias. Durante as obras de restauração a serem inauguradas nesta quinta (18), arqueólogos e restauradores encontraram ossadas de 80 fiéis inumados entre os anos de 1918 e 1920 — período em que a gripe espanhola devastou o Brasil.
As semelhanças com o triste capítulo da história mundial iniciado há quase dois anos são cheias de simbolismos. De acordo com a análise dos pesquisadores envolvidos, a presença dos conjuntos de ossos no subsolo do Santuário ocorreu em decorrência do alto número de mortos em um curto espaço de tempo. Com a dificuldade de realizar enterros durante a grave pandemia, a igreja foi usada como um local para empilhar os corpos das vítimas, de maneira totalmente improvisada.
Mais uma vez, a história nos traz ensinamentos — e também esperança. Resgatar uma trágica parte da nossa trajetória de vida humana é também um novo incentivo para continuarmos lutando pelo fim da pandemia, com a vacinação em massa e os protocolos de prevenção.
Estamos no caminho certo, através de uma gestão federal preocupada não somente com as necessidades que rodeiam a nossa nação nos dias de hoje, mas também em preservar a história que nos trouxe até aqui. A luta pela restauração do Santuário Nacional São José de Anchieta teve início no ano de 2015, por meio de audiências entre o Ministério da Cultura e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Como apreciador do Santuário, vejo e exalto o simbolismo que o museu possui para todos os capixabas com sua cultura e tradição. Acompanhar e participar desta nova fase é um passo além: de admiradores, nos tornamos agora, em sua reinauguração, parte da história deste local de fé.
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