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Lorena Silveira e Rosana Alves

Artigo de Opinião

Lorena é doutora em Saúde Coletiva, professora do curso de Medicina da Faesa e enfermeira. Rosana é pós-doutora em Ensino na Saúde, coordenadora do curso de medicina da Faesa e médica pediatra
Lorena Silveira e Rosana Alves

Segurança do Paciente: cuidar bem começa na formação dos futuros médicos

Recomendações internacionais, como as da Organização Mundial da Saúde, defendem que futuros profissionais da saúde precisam aprender a evitar erros, trabalhar em equipe e lidar com riscos desde a graduação
Lorena Silveira e Rosana Alves
Lorena é doutora em Saúde Coletiva, professora do curso de Medicina da Faesa e enfermeira. Rosana é pós-doutora em Ensino na Saúde, coordenadora do curso de medicina da Faesa e médica pediatra

Publicado em 29 de Abril de 2026 às 15:09

Publicado em 

29 abr 2026 às 15:09

Abril já virou um mês especial no Brasil quando o assunto é saúde. É quando acontece a campanha “Abril pela Segurança do Paciente”, uma mobilização nacional que reúne profissionais, estudantes e serviços de saúde para um objetivo simples e essencial: evitar erros e proteger vidas. 


Em 2026, o tema reforçou uma ideia importante: qualidade no atendimento e segurança precisam andar juntas em todos os momentos do cuidado, desde o posto de saúde até o hospital. Isso significa que não basta tratar doenças: é preciso garantir que todo o processo seja seguro, organizado e humano.


É nesse cenário que a formação dos médicos ganha destaque. Os estudantes devem aprender desde cedo não só a parte técnica, mas também habilidades como comunicação, trabalho em equipe e responsabilidade ética. Na prática, isso quer dizer formar profissionais mais preparados para cuidar das pessoas de forma segura e consciente.


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Essa forma de ensinar segue recomendações internacionais, como as da Organização Mundial da Saúde, que defendem que futuros profissionais da saúde precisam aprender a evitar erros, trabalhar em equipe e lidar com riscos desde a graduação.


No Brasil, essa preocupação também é reforçada por iniciativas como o Programa Nacional de Segurança do Paciente e pelas orientações da Anvisa. Tudo isso faz parte de um esforço maior para melhorar a qualidade do atendimento no Sistema Único de Saúde.


A campanha também destaca ações simples, mas fundamentais no dia a dia da saúde, como:


1 - Confirmar corretamente a identidade do paciente

2 - Garantir uma boa comunicação entre equipes

3 - Usar medicamentos com segurança

4 - Evitar infecções

5 - Prevenir quedas

6 - Realizar cirurgias seguras


Outro ponto importante é o papel do paciente. Hoje, ele não é mais um espectador, mas parte ativa do cuidado. Isso significa que ouvir, respeitar e envolver o paciente nas decisões faz toda a diferença.


No fim das contas, segurança do paciente não é só seguir protocolos. É criar uma cultura de cuidado, onde os profissionais aprendem com erros, trabalham juntos e buscam melhorar sempre.

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