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Jaime de Angeli

Artigo de Opinião

Mobilidade

Transporte coletivo não para na pandemia. É preciso consciência ao usá-lo

Em meio à necessidade de conter o vírus, as empresas capixabas de transportes de passageiros adotaram diversas medidas, como o reforço na higienização dos ônibus e orientações regulares aos colaboradores
Jaime de Angeli

Publicado em 12 de Julho de 2020 às 14:00

Publicado em 

12 jul 2020 às 14:00
^Onibus do Transcol com aviso de
Coletivos passaram por adaptações em meio à pandemia Crédito: Carlos Alberto Silva
A pandemia do novo coronavírus no Brasil e no mundo acendeu um debate sobre os serviços essenciais e a nova realidade mundial pós-Covid-19. Embora não seja possível prever como será esse “novo mundo”, é coerente afirmar que setores como alimentação, saúde, segurança e transporte são fundamentais para a vida e para a sociedade e, por isso, se enquadram no leque dos serviços essenciais.
Entre esses setores, o de transporte foi um dos mais atingidos pela pandemia, chegando a perder 80% dos passageiros, o que gerou transtornos para as empresas e os governos. Mas, mesmo com as dificuldades, o transporte não pode parar. Uma forma de homenagear e reforçar a importância do setor, que se esforça para garantir a mobilidade durante a pandemia, foi a campanha “O Transporte Move o Brasil”, lançada pela Confederação Nacional do Transporte.
Em meio à necessidade de conter o vírus, as empresas capixabas de transportes de passageiros adotaram diversas medidas, como o reforço na higienização dos ônibus e orientações regulares aos colaboradores.
Entre viagens municipais na capital capixaba e intermunicipais no interior do Espírito Santo, deslocam-se inúmeros trabalhadores que precisam do transporte. São médicos, enfermeiros e outros profissionais que, assim como aqueles responsáveis pela mobilidade, prestam serviços essenciais à população.
O transporte coletivo não para, mas é preciso que haja consciência para usá-lo. O ideal é que a população saiba que devem estar dentro dos veículos aquelas pessoas que realmente precisam estar ali, seja para uma ida ao mercado e à farmácia, seja no deslocamento para o trabalho. Dessa forma, o risco de expor mais indivíduos ao risco de contaminação é menor.
Para esses passageiros que precisam estar no transporte coletivo, algumas medidas devem ser adotadas durante todo o trajeto do coletivo. Além de usar máscara de proteção, é fundamental buscar higienizar sempre as mãos, com álcool em gel ou água e sabão. Evitar conversar com outros passageiros e dar preferência a sentar sozinho e perto das janelas dos ônibus também é importante. É recomendado, ainda, que pessoas que estejam tossindo, febris ou com outros sintomas gripais evitem usar o transporte coletivo.
A mobilidade é um direito de todos e é por isso que devemos juntos cuidar do nosso transporte, que nesse momento além de levar profissionais que estão na linha de frente do combate ao coronavírus, transportam alimentos e medicamentos para atender a sociedade.
*O autor é secretário-geral do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros (Setpes)
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