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Paulo Baraona

Artigo de Opinião

É presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-ES)
Paulo Baraona

Vacinas e reformas, é disso que o Brasil precisa

Está nas mãos do Congresso a oportunidade de colocar o Brasil no caminho de se tornar um país com ambiente favorável aos investimentos, com administração moderna e segurança jurídica
Paulo Baraona
É presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-ES)

Publicado em 08 de Abril de 2021 às 02:00

Publicado em 

08 abr 2021 às 02:00
Congresso Nacional: Para Samir Nemer, há condições para as discussões sobre a reforma tributária avançarem entre os parlamentares em 2021
Câmara dos Deputados, em Brasília Crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
Estamos no quarto mês de 2021 e a cada dia nos aproximamos mais de 2022, ano de eleições majoritárias. Sabemos que em ano eleitoral o país vive uma certa letargia em relação a pautas que necessitam de debates aprofundados, como as reformas de que o Brasil tanto precisa.
Entendemos que a atenção neste momento é na prevenção do coronavírus, e não poderia deixar ser, mas, passado esse imbróglio, caminhamos para a vacinação da população, medida primordial para o crescimento econômico do país.
No entanto, outras medidas são aguardadas há muito tempo pelos brasileiros, que são as reformas administrativa tributária. Juntas, elas têm o poder de transformar o Brasil em um dos maiores países de desenvolvimento econômico e industrial do mundo.
Precisamos que o Congresso aja rápido, pois corremos o risco de ter de esperar mais um processo eleitoral para que o assunto retorne à pauta. Se isso ocorrer, trará consequências ainda mais desastrosas para o país, que amarga com o desemprego e o fantasma da inflação.
Todo brasileiro, seja empregador, seja empregado, sente no bolso as distorções do sistema tributário. Essa reforma é aguardada há muito tempo, pois acreditamos que vá simplificar e modernizar a arrecadação de impostos, com impactos positivos na produtividade e no crescimento econômico.
Já a PEC 32/20, conhecida como a reforma administrativa, representa muito mais do que uma reformulação nas regras do funcionalismo público. Isso porque tem condições de barrar o colapso no orçamento público e também na prestação de serviços à população. Acreditamos que o gigantesco tamanho do Estado brasileiro precisa, de alguma forma, ser reduzido para que União, Estados e municípios tenham capacidade de fazer investimentos. Todos sabemos que o Estado custa muito, mas entrega pouco.
Está nas mãos dos deputados federais e senadores a oportunidade de colocar o Brasil no caminho de se tornar um país com ambiente favorável aos investimentos, que tenha uma administração moderna, que ofereça segurança jurídica, que reduza a burocracia e que utilize ferramentas tecnológicas.
É disso que precisamos.
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