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Rio de Janeiro

Após sete horas de resgate, maquinista é retirado de trem que colidiu

O estado de saúde do maquinista não foi divulgado

Publicado em 27 de Fevereiro de 2019 às 18:08

Publicado em 

27 fev 2019 às 18:08
Dois trens bateram na Estação de São Cristóvão, na Zona Norte do Rio de Janeiro, na manhã desta quarta-feira Crédito: Tânia Regô/AgenciaBrasil
Depois de sete horas de trabalho de resgate, o Corpo de Bombeiros do Rio conseguiu retirar o maquinista preso nas ferragens do trem que colidiu com outro na manhã desta quarta-feira (27).
O estado de saúde do maquinista não foi divulgado. Logo após ele ser retirado das ferragens, por volta das 14h30, os bombeiros chegaram a dar início ao procedimento de massagem cardíaca.
Ele foi levado para o hospital Souza Aguiar, no centro da cidade, para onde foram levados outros sete feridos no acidente. Um oitavo ferido foi levado ao hospital Salgado Filho. Todos já receberam alta.
Inicialmente, a SuperVia, empresa responsável pelo sistema ferroviário no local, havia informado que um dos trens estava sem passageiros, mas corrigiu a informação ao confirmar que as duas composições envolvidas no acidente transportavam passageiros.
"Lamentamos profundamente e estamos prestando todo o suporte para resolução o mais rápido possível", escreveu a empresa em uma rede social.
Segundo um comunicado da SuperVia, os trens do ramal Deodoro estão com sua circulação prejudicada, com intervalos irregulares e sem parada na estação Praça da Bandeira. A empresa disse ainda que tem informado a situação do sistema aos passageiros por meio de seus canais de comunicação nas estações.
A Agetransp (Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários e Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro) informou por meio de nota que vai investigar as circunstâncias do acidente.
Além das causas da colisão, também será objeto de análise da agência reguladora a adequação do atendimento prestado aos usuários pela concessionária SuperVia e os procedimentos adotados para o restabelecimento da normalidade na operação comercial dos trens. A concessionária poderá ser multada.
A SuperVia também disse que abriu uma sindicância para apurar as falhas que resultaram na colisão.

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