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Seis prisões

Atos antidemocráticos: PF apreendeu 29 armas e 7 mil munições em operação

Os investigadores também confiscaram 40 celulares, três HDs, quatro notebooks e nove passaportes no ES e em mais 7 Estados

Publicado em 17 de Dezembro de 2022 às 13:06

Agência Estado

Publicado em 

17 dez 2022 às 13:06
Sede da Superintendência da Polícia Federal no ES: prêmio e reconhecimento nacional
Sede da Superintendência da Polícia Federal no ES Crédito: SRPF/ES
A Polícia Federal prendeu dois suspeitos em flagrante - além de cumprir quatro prisões por mandado - e apreendeu 29 armas e mais de 7 mil munições, inclusive de grosso calibre, durante a megaoperação realizada anteontem contra supostos organizadores e financiadores de bloqueios de rodovias e atos antidemocráticos na frente de quartéis. O movimento foi iniciado após a derrota do presidente Jair Bolsonaro nas urnas para Luiz Inácio Lula da Silva.
As informações constam de balanço realizado com dados contabilizados até as 11h59. Os investigadores também confiscaram 40 celulares, três HDs, quatro notebooks e nove passaportes. Imagens feitas pelos investigadores mostram o arsenal apreendido em Fraiburgo e São Miguel do Oeste (SC). Entre as armas, há uma submetralhadora e um fuzil, além de rifles com lunetas.
O armamento foi encontrado durante o cumprimento dos mais de cem mandados de busca e apreensão expedidos por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Os mandados foram cumpridos no Espírito Santo, Distrito Federal e mais sete Estados — Acre, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rondônia e Santa Catarina.
Em duas decisões de Moraes, foram determinados 103 mandados de busca e apreensão, quatro ordens de prisão, quebras de sigilo bancário, apreensão de passaportes, suspensão de certificados de registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CACs).
Também foram ordenados o bloqueio de contas bancárias e de 168 perfis em redes sociais de suspeitos de organizar e financiar atos antidemocráticos e outros crimes.
O STF destacou, em nota divulgada no site oficial do órgão, que os grupos propagaram o descumprimento e o desrespeito ao resultado das eleições presidenciais, que deu vitória à chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB) e foi proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no dia 30 de outubro.
Além disso, ainda segundo o Supremo, atuaram "pelo rompimento do Estado Democrático de Direito e instalação de regime de exceção, com a implantação de uma ditadura".
A apuração mira líderes, organizadores, financiadores e fornecedores de apoio logístico a bloqueios de rodovias, entre outros. As medidas cumpridas são resultado de informações colhidas por relatórios de inteligência enviados por Ministério Público, Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal nos Estados.

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