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Novas críticas

Aziz diz que Queiroga agiu como "marginalzinho" ao mostrar dedo do meio em NY

Ao "Oito em Ponto" nesta segunda, Omar Aziz ainda disse que a única diferença entre o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello e Marcelo Queiroga é que um usa farda, e o outro, bata

Publicado em 27 de Setembro de 2021 às 16:24

Agência FolhaPress

Publicado em 

27 set 2021 às 16:24
Senador Omar Aziz, que preside a CPI da Covid
Senador Omar Aziz, que preside a CPI da Covid Crédito: Edilson Rodrigues/Agência Senado
O senador e presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), comparou a atitude do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, de mostrar o dedo do meio a ativistas que protestavam contra o governo em Nova York ao comportamento de "um marginalzinho".
As declarações foram feitas pelo parlamentar nesta segunda-feira (27), durante entrevista ao programa "Oito em Ponto", apresentado pelo advogado criminalista Sergei Cobra Arbex na Rádio Cultura FM.
"O Queiroga, que é medico, ele dá cotoco lá nos Estados Unidos para as pessoas, mostra o dedo do meio. Veja bem, olha o ministro da Saúde! Você espera isso de um marginalzinho, de uma pessoa sem qualificação nenhuma, mas de um ministro de Estado? Qual a diferença entre eles dois? Nenhuma", afirmou Aziz ao programa.
"O presidente manda o cara estudar, 'olha, estuda isso e já pode tirar a máscara'. Ele abre um estudo. É um cara 'sim, senhor, não, senhor'", seguiu.
Na semana passada, enquanto a comitiva presidencial estava em Nova York para a Assembleia-Geral da ONU, cerca de dez pessoas gritavam palavras de ordem contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), como "genocida" e "assassino", em frente à residência da missão brasileira junto à ONU, no Upper East Side.
O ministro Marcelo Queiroga, de dentro de uma van, chegou a se levantar do assento e mostrar o dedo do meio para os manifestantes, que responderam com gritos e fazendo o mesmo gesto.
Ao "Oito em Ponto" nesta segunda, Omar Aziz ainda disse que a única diferença entre o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello e Marcelo Queiroga é que um usa farda, e o outro, bata.
O senador ainda afirmou que se equivocaram os que acharam que a CPI terminaria em pizza, e disse que todas as pessoas que cometeram crimes na pandemia da Covid-19 terão que pagar pelos seus atos.
"Essa CPI não é a CPI igual às outras. Essa CPI estava na casa dos brasileiros", disse. "Não era uma questão abstrata, é uma situação que o povo brasileiro viveu", seguiu Aziz.
O programa "Oito em Ponto" vai ao ar pelo 103.3 FM de segunda à sexta-feira, às 8h, na Rádio Cultura FM, Cultura Brasil e no aplicativo Cultura Digital.

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