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'Repouso absoluto'

Bolsonaro cancela agendas e ficará em repouso por um mês após ordem médica

Decisão foi tomada depois de consulta médica de urgência; ex-presidente cita crises de soluço e vômitos
Agência FolhaPress

Publicado em 

02 jul 2025 às 08:30

Publicado em 02 de Julho de 2025 às 08:30

SÃO PAULO - O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cancelou todas as agendas públicas e ficará em "repouso absoluto" durante o mês de julho, segundo comunicado médico divulgado nesta terça-feira (1º).
A decisão foi tomada após consulta médica de urgência. Bolsonaro, 70, apresenta crises constantes de soluços e vômitos, que o impedem inclusive de falar, conforme comunicado assinado pelo próprio ex-presidente e divulgado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em rede social.
"Ficam suspensas as agendas de Santa Catarina e Rondônia", disse o ex-presidente na nota. Mais cedo, Bolsonaro já havia cancelado sua participação no evento de lançamento do PL60+ no Distrito Federal, na Câmara dos Deputados.
Ex-presidente Jair Bolsonaro participa de ato pela anistia em Brasí­lia
Ex-presidente Jair Bolsonaro participando de ato pela anistia em Brasí­lia Crédito: Ton Molina/Fotoarena/Folhapress
Bolsonaro passou em abril pela sua sexta e mais longa cirurgia abdominal desde a facada que sofreu na campanha eleitoral de 2018. O procedimento durou 12 horas.
Ele passou 21 dias internado depois de se sentir mal em uma agenda no interior do Rio Grande do Norte. Dias depois da alta, participou de uma manifestação em Brasília.
O ex-mandatário tem episódios de mal-estar abdominal e crises de soluços frequentes, como ocorreu durante uma entrevista a uma rádio bolsonarista na semana passada.
A decisão dos médicos atrapalha os planos de Bolsonaro de manter sua base mobilizada diante da proximidade do julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal) do processo da trama golpista. O caso entrou na fase decisiva, de alegações finais, e a expectativa na corte é que esteja pronto para ser julgado em setembro.
O quadro de saúdo do ex-presidente piorou depois de participar no último domingo (29) de manifestação na avenida Paulista. O ato, em protesto contra o STF, tinha o mote "justiça já" e, na ocasião, ele discursou por 30 minutos em um trio elétrico, sob sol.

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