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Gestão da crise

Bolsonaro critica Estados que adotam lockdown para conter pandemia

Em discurso, o presidente supõe que pode haver invasões e paralisações contra as medidas mais restritivas que visam à redução de casos e mortes por Covid-19

Publicado em 11 de Março de 2021 às 16:31

Agência Estado

Publicado em 

11 mar 2021 às 16:31
O presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia para sanção dos projetos de lei que ampliam a aquisição de vacinas pelo Governo Federal.
O presidente Jair Bolsonaro passou a adotar um discurso a favor da vacinação contra a Covid-19 Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender, nesta quinta-feira (11), a vacinação da população para conter o avanço da Covid-19 no Brasil, mas criticou as medidas de isolamento social. Durante participação virtual em reunião da Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas, Bolsonaro citou a possibilidade de invasões e greves em função do lockdown.
Bolsonaro criticou diretamente as medidas adotadas pelos governadores de São Paulo, João Doria, e do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. Doria anunciou nesta quinta-feira, novas restrições, inclusive toque de recolher no Estado, medida também aplicada no Distrito Federal. Bolsonaro comparou o isolamento a um "sapo fervido", ou seja, depois de aumentada a temperatura, "não sai mais da panela".
"Até quando? Até quando nossa economia vai resistir? Se colapsar, vai ser uma desgraça. O que poderemos ter brevemente? Invasão a supermercado, fogo em ônibus, greves, piquetes, paralisações. Onde vamos chegar? Será tarde para o sapo sair da panela", disse Bolsonaro. No discurso do presidente da República, enquanto o governo federal combate o desemprego, prefeitos e governadores estão "destruindo a economia."

RECORDE DE MORTES

Nas últimas duas semanas, o Brasil viu a média diária de óbitos saltar 43%. Em 25 de fevereiro, o número estava em 1.150. Agora está em 1.645, o maior da pandemia. Na quarta-feira (10), o Brasil registrou 2.349 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com dados do consórcio formado por veículos de imprensa.
"Lamento todas as mortes que ocorrem, todas as mortes. Lamento essa desgraça que se abateu sobre o mundo, mas nós temos que olhar para frente, buscar minimizar a dor dessas pessoas, buscar minimizá-la com vacina. Toma vacina. Abrimos para comprar praticamente de todos os laboratórios depois de aprovado pela Anvisa." O presidente afirmou que nunca negou a vacina. Em dezembro, porém, ele afirmou que não tomaria o imunizante.

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