Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • Bolsonaro é intimado, mas avisa que não irá depor à Polícia Federal
Suposta fraude

Bolsonaro é intimado, mas avisa que não irá depor à Polícia Federal

Ex-presidente foi alvo de busca e apreensão e teve ex-assessores presos por ordem do STF
Agência FolhaPress

Publicado em 

03 mai 2023 às 12:45

Publicado em 03 de Maio de 2023 às 12:45

BRASÍLIA, DF - O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi intimado pela Polícia Federal a prestar depoimento ainda nesta quarta-feira (3) sobre suposta fraude no sistema de vacinação do Ministério da Saúde. Ele, porém, informou à PF que não vai comparecer à oitiva.
Ex-presidente Jair Bolsonaro é alvo de operação da PF
Ex-presidente Jair Bolsonaro é alvo de operação da PF Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O ex-presidente foi intimado durante a busca e apreensão cumprida em sua residência em Brasília. A PF também prendeu, na ação, os seus ex-assessores Mauro Cid e Max Guilherme. Outro alvo de mandado de prisão é Sergio Cordeiro, que atuava na equipe de segurança de Bolsonaro.
As medidas são no âmbito de uma investigação sobre uma suposta "associação criminosa constituída para a prática dos crimes de inserção de dados falsos de vacinação contra a Covid-19 nos sistemas SI-PNI e RNDS do Ministério da Saúde."
"A apuração indica que o objetivo do grupo seria manter coeso o elemento identitário em relação a suas pautas ideológicas, no caso, sustentar o discurso voltado aos ataques à vacinação contra a Covid-19", afirma a PF.
De acordo com a Polícia Federal, os alvos da investigação teriam realizado as inserções falsas entre novembro de 2021 e dezembro de 2022 para que os beneficiários pudessem emitir certificado de vacinação para viajar aos Estados Unidos.
A PF diz ainda que as diligências são cumpridas dentro do inquérito das milícias digitais, que tramita no STF (Supremo Tribunal Federal) e tem como relator o ministro Alexandre de Moraes.
"Os fatos investigados configuram em tese os crimes de infração de medida sanitária preventiva, associação criminosa, inserção de dados falsos em sistemas de informação e corrupção de menores".
Os policiais federais cumprem 16 mandados de busca e seis de prisão preventiva em Brasília e no Rio de Janeiro.
Desde o início de 2020, quando o coronavírus começava a se espalhar pelo mundo, Jair Bolsonaro deu uma série de declarações nas quais sempre buscava minimizar os impactos da pandemia da Covid-19.
Como presidente, ele propagou discurso negacionista e usou palavras histeria e fantasia para classificar a reação da população e da imprensa à pandemia.
Bolsonaro também distribuiu remédios ineficazes contra a doença, incentivou aglomerações, atuou contra a compra de vacinas, espalhou informações falsas sobre a Covid-19 e fez campanhas de desobediência a medidas de proteção, como o uso de máscaras.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Alecrim: 5 motivos para ter em casa a planta que ajuda a limpar as energias
Imagem de destaque
Bloqueio de Trump ao Irã é uma aposta arriscada. Vai funcionar?
Imagem de destaque
Quem é Alexandre Ramagem, delegado da PF e ex-deputado federal preso nos EUA

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados