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Eleições 2022

Bolsonaro sugere apuração de votos semelhante à da Mega-Sena

Em reunião com pastores da Assembleia de Deus, presidente repete ataques ao sistema eleitoral brasileiro

Publicado em 04 de Agosto de 2022 às 15:51

Agência Estado

Publicado em 

04 ago 2022 às 15:51
BRASÍLIA - Repetindo seus ataques ao sistema eleitoral brasileiro, o presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a sugerir nesta quinta-feira (4) que seja adotado um modelo de apuração de votos semelhante ao da Mega Sena. "Temos que nos preocupar", disse o presidente sobre as urnas durante reunião com pastores da Assembleia de Deus em São Paulo.
Bolsonaro afirmou que nos próximos dias pretende levar pessoas à Caixa Econômica Federal para mostrar como é a apuração do prêmio, que, na sua opinião, é mais seguro.
Presidente Jair Bolsonaro
Jair Bolsonaro reforçou o discurso conservador, com foco na pauta de costumes, em reunião com pastores Crédito: Isac Nóbrega / PR
Bolsonaro voltou a atacar ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas sem mencioná-los, e defendeu a participação das Forças Armadas no processo eleitoral. "Três do TSE acreditam piamente nas pesquisas do Datafolha. Estou fazendo minha parte no tocante a isso. Estou buscando impor, via Forças Armadas, que foram convidadas, a nós termos eleições transparentes", disse.
As Forças Armadas enviaram na quarta-feira (3) ao TSE nove militares para iniciar a inspeção dos códigos-fonte dos sistemas da urna eletrônica. O trabalho deve durar dez dias. Apesar de os dados estarem disponíveis para análise desde outubro do ano passado, o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, só solicitou o acesso nesta semana e em caráter "urgentíssimo".
O presidente voltou a criticar manifestos promovidos pela sociedade civil e empresários em defesa da justiça eleitoral e da democracia. O chefe do Executivo se referiu novamente ao documento como "cartinha da democracia". No último dia 2, Bolsonaro declarou que não precisa assinar carta para comprovar ser democrata.
Durante reunião com pastores, Bolsonaro reforçou o discurso conservador, com foco na pauta de costumes. "Ideologia de gênero é uma coisa que a gente não pode aceitar", enfatizou Bolsonaro aos convidados presentes. Ao longo do encontro, pastores foram ao palco discursar em defesa da reeleição do presidente. Lideranças afirmaram a necessidade de escolher um nome que "fale a nossa língua", não só para o Executivo, mas também para o Congresso.

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