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Eventual identificação

Bombeiros localizam nova ossada em Brumadinho três anos após tragédia

Segundo a nota divulgada pelos bombeiros, "considerando a relevância e características do material, há boas possibilidades de eventual nova identificação

Publicado em 03 de Maio de 2022 às 17:22

Agência FolhaPress

Publicado em 

03 mai 2022 às 17:22
Uma nova ossada de possível vítima do rompimento da barragem da mineradora Vale em Brumadinho, na Grande Belo Horizonte, foi localizada nesta segunda-feira (2) pelo Corpo de Bombeiros de Minas Gerais.
A corporação afirma não ser possível confirmar, até o momento, se a ossada é de uma das vítimas ainda não identificadas da tragédia. O material foi enviado para análise da Polícia Civil. No entanto, segundo a nota divulgada pelos bombeiros, "considerando a relevância e características do material, há boas possibilidades de eventual nova identificação".
Brumadinho após o rompimento da barragem
Brumadinho após o rompimento da barragem Crédito: Corpo de Bombeiros/Divulgação
A barragem da Vale em Brumadinho ruiu em 25 de janeiro de 2019 matando 270 pessoas. Do total, seis ainda estão desaparecidas. A última identificação de corpo de vítima da tragédia em Brumadinho foi anunciada pela Polícia Civil em 29 de dezembro do ano passado. O corpo era o de uma mulher de 49 que trabalhava com analista de operação da Vale.
A localização ocorreu em área chamada "Esperança 1" a partir da descoberta de um segmento corpóreo. Após o achado, os bombeiros explicam que foi feita busca especializada e, então, encontrada a nova ossada, que tem aproximadamente 40 segmentos.
"Daremos continuidade aos trabalhos nos próximos dias, buscando novos encontros", disse, em vídeo, o tenente Sandro Júnior, do Corpo de Bombeiros do estado. A Polícia Civil informou que os trabalhos em relação à ossada localizada nesta segunda-feira estão em andamento, mas não informou quando deverão ser concluídos.
Três anos e três meses depois da tragédia, os bombeiros atuam na região atingida pela lama da mineradora no esquema chamado híbrido, em que integrantes da corporação trabalham juntamente com maquinário utilizado para peneiramento.
Em 2020, o Ministério Público de Minas Gerais apresentou uma denúncia contra o ex-presidente da Vale, Fabio Schvartsman, e outros 15 executivos e funcionários da mineradora e da empresa alemã de consultoria Tüv Süd. Eles eram acusados de homicídio doloso duplamente qualificado e crimes ambientais. As vítimas eram funcionárias da Vale e trabalhadores terceirizados na barragem Mina Córrego do Feijão.
A representação do Ministério Público foi aceita pela Justiça estadual. Mas, em outubro de 2021, uma decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça) anulou a denúncia, alegando que a competência para julgamento do rompimento da barragem é da Justiça Federal em Minas Gerais.
Em 2021, um estudo apontou que uma perfuração feita pela Vale na barragem no dia da tragédia pode ter causado o rompimento. Segundo a própria empresa, a ação tinha como objetivo exatamente instalar equipamentos que permitissem uma leitura mais detalhada do nível de água no interior da represa.

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