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Rio de Janeiro

Carlos Bolsonaro passa mal após prisão domiciliar do pai e vai para hospital

Vereador foi atendido por cardiologista, segundo relatos; ele participou de ato em Florianópolis (SC)
Estadão Conteúdo

Publicado em 

05 ago 2025 às 08:26

Publicado em 05 de Agosto de 2025 às 08:26

O vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL) passou mal após ser informado da prisão domiciliar de seu pai, Jair Bolsonaro, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a assessoria do vereador, ele foi atendido na noite de segunda-feira (4), em um hospital na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro.
Como mostrou mais cedo o Estadão/Broadcast, o vereador mantém em seu perfil no X (antigo Twitter) foto do seu pai discursando via telefone para manifestantes bolsonaristas que se reuniram na praia de Copacabana no domingo (3). A postagem foi citada pelo ministro do STF, na decisão que comunicou a prisão domiciliar do ex-presidente.
Moraes concluiu que Bolsonaro violou a medida cautelar que o proibia de usar as redes sociais, inclusive por meio de terceiros, ao participar remotamente de manifestações contra o STF no último fim de semana. O ex-presidente discursou em Copacabana pelo celular do filho Flávio Bolsonaro e teve a imagem pelo celular exibida também em São Paulo pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), além da postagem de Carlos Bolsonaro.
O vereador Carlos Bolsonaro com seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro
O vereador Carlos Bolsonaro com seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro Crédito: Geraldo Magela/Agência Senado
No telefonema, o ex-presidente se limitou a dizer: "Obrigado a todos. É pela nossa liberdade, nosso futuro, nosso Brasil. Sempre estaremos juntos".
O senador chegou a publicar o vídeo nas redes sociais, mas depois o apagou. Ele disse à Folha, antes da decisão de Moraes, que o fez por orientação dos advogados de seu pai.
Flávio disse entender que não havia qualquer problema na publicação, mas optou por seguir orientação da defesa e falou em insegurança jurídica.
"Na minha opinião, não havia problema, já que ele faz apenas uma saudação. Não falou de processo, que é a vedação da cautelar. Mas os advogados dele estavam em dúvida e pediram para retirar", afirmou à Folha.
"É uma insegurança jurídica sem precedentes na história do Brasil. Essa censura prévia é completamente inconstitucional e arbitrária", completou.
A ausência de Bolsonaro na manifestação se deveu às medidas cautelares que tinham sido impostas a ele por Moraes. O magistrado apontou risco de fuga, em meio à atuação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) junto a autoridades dos EUA.
Proibido de usar redes sociais, o ex-presidente acompanhou as manifestações de sua casa, em Brasília, com alguns poucos auxiliares.

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