Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • Cármen Lúcia nega pedido do PT para Lira analisar impeachment de Bolsonaro
Protocolado na Câmara

Cármen Lúcia nega pedido do PT para Lira analisar impeachment de Bolsonaro

Segundo a ministra, conceder o mandado prejudicaria o princípio de separação entre os Poderes

Publicado em 21 de Julho de 2021 às 20:09

Agência FolhaPress

Publicado em 

21 jul 2021 às 20:09
Ministra Cármen Lúcia. Foi a segunda mulher a integrar a Suprema Corte
Ministra Cármen Lúcia, ministra do STF Crédito: Carlos Moura|SCO|STF
A ministra Cármen Lúcia, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou nesta quarta-feira (21) um pedido feito pelo PT para que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), ao menos analisasse um pedido de impeachment do presidente Jair Bolsonaro protocolado pelo partido em maio de 2020.
Para ela, conceder o mandado prejudicaria o princípio de separação entre os Poderes. "O juízo de conveniência e de oportunidade do processo de impeachment é reserva da autoridade legislativa, após a demonstração da presença de requisitos formais", escreveu.
O documento, que foi assinado pelo ex-candidato do PT à Presidência Fernando Haddad e pelo deputado Rui Falcão (PT-SP), se referia a um pedido de impeachment endossado por 158 pessoas.
Para eles, Lira se omite ao se recusar a apreciar ao menos um dos mais de 120 pedidos de afastamento do chefe do Executivo.
No começo deste mês, parlamentares e movimentos sociais protocolaram um superpedido de impeachment, que reúne todos os anteriores e lista 23 crimes de responsabilidade atribuídos a Bolsonaro.
Logo depois, Lira sinalizou que, por ora, não dará sequência ao processo e que uma ação desse tipo exigiria "materialidade".
"O que houve nesse superpedido? Uma compilação de tudo o que já existia nos outros e esses depoimentos. Depoimentos quem tem que apurar é a CPI. É para isso que ela existe. Então ao final dela a gente se posiciona aqui, porque na realidade o impeachment como ação política a gente não faz com discurso, a gente faz com materialidade", afirmou o presidente da Câmara no último dia 30.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Rio Branco-ES x Rio Branco VN, pela Copa Espírito Santo 2026
Rio Branco vence xará de Venda Nova na estreia da Copa Espírito Santo
O prefeito Tiago Rocha nomeou Alice Oliveira Cipriano para a Secretaria de Governo e Comunicação um dia após exonerar o marido dela, investigado por violência psicológica contra uma procuradora do município.
Prefeito nomeia mulher de secretário exonerado por violência psicológica no ES
Imagem de destaque
Sopas e cremes proteicos: 10 receitas para uma dieta equilibrada

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados