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Manifestação pró-Bolsonaro

Com esparadrapo na boca, deputados fazem protesto por Bolsonaro na Câmara

Oposicionistas anunciaram um "pacote da paz" para "abrandar" a relação entre os Três Poderes. Compõem o pacote uma anistia "ampla", o impeachment de Moraes e o fim do foro privilegiado.
Estadão Conteúdo

Publicado em 

05 ago 2025 às 17:45

Publicado em 05 de Agosto de 2025 às 17:45

O deputado capixaba Gilvan da Federal e outros parlamentares colocaram esparadrapo na boca em protesto contra a prisao domiciliar
O deputado capixaba Gilvan da Federal e outros parlamentares colocaram esparadrapo na boca em protesto contra a prisão domiciliar de Bolsonaro Crédito: Gabriela Biló/Folhapress
Com esparadrapos na boca, parlamentares iniciaram nesta terça-feira, 5, a ocupação da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados em protesto à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A ideia era permanecer sentados nas cadeiras da Casa legislativa para impedir os trabalhos do plenário até que se aprove uma anistia aos envolvidos no 8 de Janeiro, o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e a proposta de emenda à Constituição do fim do foro privilegiado.
"Não sairemos daqui até os presidentes de ambas as Casas busquem uma solução de pacificar o Brasil", disse o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ).
Um grupo de 15 deputados chegou a ocupar a Mesa e seguia mudo, com esparadrapo na boca. Ocasionalmente, alguns deles tiram provisoriamente o item para beber água ou para falar ao telefone. Entre os parlamentares que participam do protesto, estava o deputado capixaba, Gilvan da Federal (PL), que retomou as atividades após ter sido suspenso pela Câmara.
Mais cedo, oposicionistas anunciaram um "pacote da paz" para "abrandar" a relação entre os Três Poderes. Compõem o pacote uma anistia "ampla, geral e irrestrita" aos envolvidos no 8 de Janeiro, o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e a proposta de emenda à Constituição (PEC) do fim do foro privilegiado.
O tom é de ameaça - ou as propostas serão votadas ou não haverá votações na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. A ideia é ocupar as Mesas Diretoras das duas Casas e impedir que as sessões plenárias sejam iniciadas, como já iniciaram nesta tarde.

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