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Brumadinho

Com fortes chuvas, bombeiros concentram buscas no rio Paraopeba

Os militares foram retirados das chamadas áreas quentes, onde estima-se haver mais possibilidade de resgates, e parte deles foi realocada por terra para o local onde a lama encontrou o rio

Publicado em 04 de Fevereiro de 2019 às 17:34

Publicado em 

04 fev 2019 às 17:34
Com fortes chuvas em Brumadinho, bombeiros concentram buscas no rio Paraopeba Crédito: O Tempo
Com a forte chuva que atingiu a área da tragédia em Brumadinho na madrugada e que persiste na manhã desta segunda-feira (04), os bombeiros concentram as buscas por corpos no rio Paraopeba, em botes e a pé nas margens.
Os militares foram retirados das chamadas áreas quentes, onde estima-se haver mais possibilidade de resgates, e parte deles foi realocada por terra para o local onde a lama encontrou o rio, a cerca de 10 km da barragem que rompeu no dia 25. O uso de helicópteros foi suspenso.
Segundo o porta-voz do Corpo de Bombeiros, tenente Pedro Aihara, as chuvas facilitam a localização de corpos boiando, por exemplo, mas no geral atrapalham. Há risco de deslizamentos dos rejeitos que nos últimos dias estavam ficando cada vez mais secos, o que impede o uso de máquinas pesadas e dificulta o avanço das equipes por terra.
No total, há cerca de 400 pessoas trabalhando nas buscas: 200 militares mineiros, 100 de outros estados e 64 da Força Nacional, além de voluntários. Caso a chuva pare nas próximas horas, o que não está previsto, parte deles pode voltar às áreas quentes.
De acordo com Aihara, a redução no número de corpos encontrados à medida que o tempo passa já era esperada.
"Nos primeiros dias eles estavam em níveis superficiais, era mais fácil localizá-los e retirá-los. Agora o trabalho é muito mais meticuloso, também para não prejudicar a identificação", disse.
Ele afirmou que as buscas "certamente" vão demorar meses, "mesmo que sejam quatro ou cinco", e repetiu que as equipes só vão parar quando for impossível, por causa da decomposição dos corpos. Citou a tragédia de Mariana (MG), em que morreram 19 pessoas e os trabalhos duraram mais de três meses.
Mesmo com as chuvas, ele garantiu que a barragem de água (número 6), que corria o risco de romper e causou o acionamento de alarmes na região no dia 27, continua estável. "Já houve um rebaixamento de 2,14 metros do nível dela com o bombeamento, então não há risco. Mas o monitoramento continua", afirmou.

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