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Boate Kiss

Condenado por incêndio na boate Kiss poderá sair da prisão para trabalhar

Elissandro Spohr deverá permanecer entre 20h e 6h no interior da penitenciária e poderá se afastar nos demais horários em raio não superior a 1 km
Agência FolhaPress

Publicado em 

23 out 2025 às 16:04

Publicado em 23 de Outubro de 2025 às 16:04

Elissandro Callegaro Spohr, de 38 anos, era um dos sócios da boate
Elissandro Spohr, de 38 anos, era um dos sócios da boate Crédito: Juliano Verardi / IMPRENSA TJRS
A Justiça do Rio Grande do Sul autorizou Elissandro Spohr, ex-sócio da boate Kiss, a sair temporariamente da prisão para trabalhar. Spohr deverá permanecer entre 20h e 6h no interior da penitenciária e poderá se afastar nos demais horários em raio não superior a 1 km. O Ministério Público concordou com a decisão desde que sejam cumpridas as regras. A progressão ao semiaberto foi concedida após cumprir quase quatro anos de prisão em regime fechado. Spohrteve a sentença reduzida de 22 anos e seis meses de prisão para 12 anos. Ele cumpre pena na Penitenciária Estadual de Canoas (Pecan) 1.
Além dele, outros dois condenados ganharam o benefício do regime semiaberto de prisão. São eles: Marcelo de Jesus dos Santos, vocalista da banda que tocava no local, e Luciano Bonilha Leão, ajudante da banda na noite da tragédia. No dia 26 de agosto, eles também tiveram as penas reduzidas pelo Judiciário gaúcho. O pedido de progressão de regime do réu Mauro Londero Hoffmann, o outro sócio da boate, ainda se encontra com o Ministério Público para manifestação. O UOL procurou a defesa de Spohr para saber se ele já tem um emprego definido. O texto será atualizado em caso de resposta.

Incêndio matou 242 pessoas

A tragédia ocorreu durante o show da banda Gurizada Fandangueira na boate Kiss em Santa Maria (RS), no dia 27 de janeiro de 2013. Foram 242 mortos e outros 636 feridos. Em dezembro de 2021, os quatro réus apontados como responsáveis pelo incêndio foram condenados pelo tribunal do júri. O júri chegou a ser anulado pela Justiça do Rio Grande do Sul e depois mantido pelo Supremo Tribunal Federal. No dia 26 de agosto de 2025, a Justiça do Rio Grande do Sul reduziu as penas, após teses apresentadas pelos advogados sobre a proporcionalidade das condenações e a conformidade da decisão com as provas apresentadas no processo.
O vocalista Marcelo de Jesus dos Santos foi condenado a 18 anos de prisão e a pena foi reduzida para 11 anos. Luciano, produtor do grupo musical, também teve a pena reduzida de 18 anos para 11 anos. "Luciano é inocente! Ficamos muito satisfeitos com a progressão de regime do Luciano para um regime mais brando", escreveu o advogado Jean Severo após a decisão. "Luciano é um homem trabalhador que nunca pertenceu à Banda Gurizada Fandangueira, era um moto boy prestando serviços para Danilo, dono da banda. Luciano de agora em diante toma as rédeas de sua vida. O caso Kiss terminou."

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