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Pandemia

Covid-19: Brasil registra 3.668 mortes em 24 h e bate novo recorde

Além de 3.668 mortes, valor recorde para um intervalo de 24 horas, o país também registrou, pelo 5° dia consecutivo, a maior média móvel de óbitos da pandemia, 2.728

Publicado em 30 de Março de 2021 às 20:59

Agência FolhaPress

Publicado em 

30 mar 2021 às 20:59
Vítimas de Covid-19 são enterradas no Cemitério Vila Formosa em São Paulo (SP), que teve um aumento de enterros por conta da doença
Vítimas de Covid-19 são enterradas no Cemitério Vila Formosa em São Paulo (SP), que teve um aumento de enterros por conta da doença Crédito: Ronaldo Silva/Futura Press/Folhapress
A pandemia voltou a produzir recordes no Brasil, nesta terça-feira (30). Além de 3.668 mortes, valor recorde para um intervalo de 24 horas, o país também registrou, pelo 5º dia consecutivo, a maior média móvel de óbitos da pandemia, 2.728.
Os elevadíssimos números de mortes são acompanhados por também altos números de casos, 86.704, nesta terça. Com isso, o país chega a 317.936 óbitos e a 12.664.058 pessoas infectadas desde o início da pandemia.
Nas terças, os dados costumam contar com mortes derivadas do represamento de informações que ocorre aos finais de semana, por atrasos de notificação das secretarias de saúde. Isso não torna, porém, a situação menos dramática. O recorde anterior, de 3.600 mortes, ocorreu na última sexta (26), por exemplo.
A média móvel de mortes também demonstra bem a crítica situação do país. O dado, uma ferramenta estatística que ajuda a suavizar variações, como as que ocorrem em finais de semana e feriados, completa 14 dias acima de 2.000 mortes por dia e 69 dias acima de 1.000.

CÁLCULO

A média mais baixa do ano foi de 698 mortes, em 3 de janeiro, momento que ainda era afetado pelos atrasos de notificação referentes ao Ano-Novo. No dia 8, porém, o dado já saltou para 872 e em seguida chegou a 1.000, com alguns dias de oscilação em que o dado caía para a casa de 900 mortes por dia.
O 5º dia de recorde da média ocorre após a interrupção de 25 dias seguidos de valores máximos do dado. A quebra ocorreu exatamente nos dias em que as informações de mortalidade tiveram uma queda artificial após uma mudança (suspensa posteriormente) do Ministério da Saúde no registro de óbitos, o que provocou problemas na documentação de alguns estados.
O cálculo da média é feito a partir da soma dos óbitos dos últimos sete dias dividida por sete.
São Paulo foi o estado com o maior número de mortes, 1.209, um novo recorde.
Os dados do país, coletados até as 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diariamente com as secretarias de Saúde estaduais.
A iniciativa do ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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