Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • CPI ouve coronel apontado como elo entre Davati e Ministério da Saúde
Senado

CPI ouve coronel apontado como elo entre Davati e Ministério da Saúde

O coronel reformado Helcio Bruno de Almeida é presidente do Instituto Força Brasil; o requerimento é do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP)

Publicado em 10 de Agosto de 2021 às 09:04

Publicado em 

10 ago 2021 às 09:04
A CPI da Pandemia ouve nesta terça-feira (10) o tenente-coronel da reserva Helcio Bruno de Almeida, presidente da ONG Instituto Força Brasil.  Representantes da empresa Davati no Brasil disseram que Helcio Bruno intermediou um encontro entre eles e o então secretário-executivo do Ministério da Saúde, coronel Elcio Franco. Na ocasião, discutiu-se a compra de 400 milhões de doses do imunizante da AstraZeneca. O requerimento é do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).
Nesta segunda-feira, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Carmen Lúcia autorizou Helcio de Almeida a ficar em silêncio sobre fatos que possam o incriminar. Sobre os demais assuntos, ele deve falar a verdade. Ela negou o pedido para que ele pudesse faltar à convocação da comissão.
O nome de Helcio Bruno, segundo o senador, foi citado pelo cabo Dominghetti, que denunciou pedido de propina por parte de membros do governo federal na aquisição de vacinas contra a Covid-19, e pelo representante da empresa Davati, Cristiano Carvalho. O encontro no Ministério da Saúde teria acontecido no dia 12 de março de 2021, com a participação do reverendo Amilton Gomes de Paula, da Secretaria Nacional de Assuntos Humanitários (Senah), que depôs na última semana à CPI.
 “Os representantes da Davati afirmaram ter recebido um contato de Helcio no final de janeiro, junto com o reverendo Amilton, se oferecendo para facilitar o acesso do grupo ao Ministério da Saúde. Este relato diverge das declarações do coronel Helcio à imprensa, que disse ter sido procurado pela Davati dois dias antes da reunião no Ministério, e só então se ofereceu para levá-los ao encontro”, explicou o senador ao pedir a convocação.
A ONG Instituto Força Brasil, representada pelo depoente, também já estava sob análise na CPMI das Fake News e no inquérito sobre fake news, segundo Randolfe. Em declarações recentes, o senador classificou o Instituto como “negacionista e bolsonarista” e disse que o Força Brasil divulgava notícias falsas contra integrantes da CPI.
Fonte: Agência Senado e com informações de O Globo

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Dois acidentes deixam 5 feridos em Itapemirim e Rio Novo do Sul
Dois acidentes deixam cinco feridos no Sul do ES em menos de 12 horas
Polícia investiga atropelamento de cadela em Santa Maria de Jetibá
Vídeo mostra caminhonete atropelando cadela no ES; polícia investiga
Carteira de trabalho digital.
Carteira assinada segue valiosa, mas liberdade de escolha também passou a ser

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados