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Depoimento no Senado

CPI: Roberto Dias nega participação em negociação para compra da Covaxin

Servidor do Ministério da Saúde, também em depoimento ao colegiado, citou o nome do ex-diretor como um dos responsáveis pela "pressão" para agilizar a compra da vacina indiana

Publicado em 07 de Julho de 2021 às 11:32

Agência Estado

Publicado em 

07 jul 2021 às 11:32
O ex-diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, chega à sala de comissões para prestar depoimento da CPI da Covid.
Ex-diretor do Ministério da Saúde Roberto Dias chega à sala de comissões no Senado Crédito: Pedro França/ Agência Senado
Em fala inicial à CPI da Covid, o ex-diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde Roberto Ferreira Dias afirmou, nesta quarta-feira (7), que não teve participação na negociação do contrato de compra da vacina indiana Covaxin. O servidor da pasta Luis Ricardo Miranda, também em depoimento ao colegiado, citou seu nome como um dos responsáveis pela "pressão" para que o negócio fosse agilizado.
Ao rebater as acusações do servidor e de seu irmão, o deputado Luis Miranda (DEM-DF), Dias questionou as intenções de ambos. O ex-diretor afirmou que negou pedido de cargo para o irmão de Miranda e, por isso, imaginou estar sendo alvo de "retaliação".
Dias tentou colocar sob suspeita a movimentação do parlamentar no caso. "Teria eu atrapalhado algum negócio do deputado?", levantou Dias, afirmando que Luis Miranda tem um "currículo controverso que é de conhecimento público".
Segundo o ex-funcionário da Saúde, Miranda manteria contato com Cristiano Carvalho, representante da Davati no Brasil, desde setembro. O policial Luiz Paulo Dominguetti se apresentou como representante da empresa ao oferecer 400 milhões de doses da AstraZeneca ao governo. "Deputado mentiu e possuía contato com Cristiano desde setembro", disse, questionando ainda se teria ele "atrapalhado" algum "negócio" do parlamentar.
"Estou sendo vítima de ataques contra minha honra por duas pessoas desqualificadas", afirmou. Dias negou ainda que tenha pressionado o irmão de Luis Miranda para acelerar o contrato da Covaxin. Segundo ele, a mensagem enviada ao servidor tratava da vacina da Astrazeneca, e não do imunizante indiano.

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