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Complexo do Lins

CV danifica rede de gás encanado para vender botijões no RJ, diz polícia

Operação cumpre mandados de busca e apreensão para coleta de novas provas e não há registros de prisões; cerca de 700 botijões forma apreendidos

Publicado em 28 de Novembro de 2025 às 17:26

Agência FolhaPress

Publicado em 

28 nov 2025 às 17:26
Policiais em depósito de gás do Lins de Vasconcelos, na zona norte carioca
Policiais em depósito de gás no Lins de Vasconcelos, na zona norte carioca Crédito: Divulgação/PCERJ
A Polícia Civil do Rio de Janeiro realiza na manhã desta sexta-feira (28) uma ação contra esquema que, segundo a investigação, impunha aos moradores do Complexo do Lins, na zona norte do Rio, a compra de botijões de gás em um único depósito. A operação cumpre mandados de busca e apreensão para coleta de novas provas e não há registros de prisões. Cerca de 700 botijões forma apreendidos.
De acordo com a investigação, traficantes do Comando Vermelho danificaram e interromperam o fornecimento de gás encanado da região para vender botijões de gás com o preço acima do valor de mercado. Enquanto o custo médio do botijão é pouco mais de R$ 100 na zona norte carioca, a polícia afirma que moradores chegavam a pagar R$ 300 no botijão.
Em nota, a Naturgy, concessionária responsável pela distribuição de gás encanado na cidade, disse que precisou de atuação conjunta com a polícia para restabelecer o fornecimento durante um atendimento na rua Antenor Nascentes, no Lins, no dia 23 de setembro. A empresa afirmou que desde então não houve novos chamados para a localidade.
A polícia afirma que técnicos acionados para restabelecer o fornecimento eram ameaçados e impedidos de entrar na comunidade. Distribuidoras de botijões de gás disseram à polícia que também evitavam fazer entregas no local por medo de represália. Os agentes identificaram que apenas um depósito de gás continuava a operar na área. O nome da companhia não foi revelado. Segundo a investigação, o estabelecimento tinha exclusividade nas vendas e repassava valores ao tráfico. Para a polícia, o imóvel funcionava como uma estrutura de apoio financeiro às atividades ilícitas. A polícia diz ainda que os suspeitos mantêm no complexo do Lins uma rede de clonagem de veículos roubados.

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