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Eleições 2022

Decisão do STF torna Eduardo Cunha inelegível novamente

Ex-presidente da Câmara dos Deputados teve seu mandato cassado em 2016 por quebra de decoro parlamentar

Publicado em 19 de Agosto de 2022 às 13:50

Agência FolhaPress

Publicado em 

19 ago 2022 às 13:50
O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux, suspendeu a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) que havia "afastado a inelegibilidade" do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha. Com isso, o ex-deputado não poderá se candidatar nas próximas eleições. As informações são da Agência Brasil.
A decisão de Fux decorre do acolhimento de um pedido feito pela Procuradoria-Geral da República, após a defesa de Cunha ter conseguido, junto ao TRF-1, decisão de antecipação de tutela para suspensão dos efeitos da inelegibilidade.
Cunha teve seu mandato cassado pela Câmara dos Deputados em 2016 por quebra de decoro parlamentar, após denúncias de ter ocultado a existência de contas bancárias no exterior, e por ter mentido sobre a existência delas durante depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito que investigou a Petrobras.
Sessão de votação do pedido de perda de mandato do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) em 12/09/2016
Eduardo Cunha presidiu a Câmara dos Deputados Crédito: Luis Macedo/ Câmara dos Deputados
Diante da decisão do TRF, que daria a Cunha o direito de candidatar-se nas eleições de 2022, a PGR apresentou, então, uma Suspensão de Tutela Provisória (STP), sob o argumento de que a decisão do TRF-1 interfere em atos de natureza interna corporis da Câmara dos Deputados.
Um outro argumento apresentado foi o de que "o ajuizamento da ação por Cunha próximo às eleições teria sido utilizado para criar um risco artificial de ofensa a seus direitos políticos para poder concorrer no pleito", informou o STF.
Na decisão, Fux observou que a decisão do TRF-1 foi fundamentada em uma "aparente violação" a regras do Regimento Interno e do Código de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara.
O ministro, no entanto, acrescentou que o STF já tem jurisprudência sedimentada "no sentido de ser restrito o controle judicial sobre os atos interna corporis do Poder Legislativo, relacionados à interpretação de regras regimentais", caso não tenham "paralelo claro e expresso na própria Constituição Federal, sob pena de violação ao postulado da separação de Poderes".

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