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Megaoperação no Rio

Defensoria diz que foi impedida de acompanhar perícia de corpos no IML do RJ

A Defensoria argumenta que o acompanhamento faz parte da atuação na ADPF 635, conhecida como ADPF das Favelas, determinada pelo STF (Supremo Tribunal Federal)
Agência FolhaPress

Publicado em 

30 out 2025 às 13:23

Publicado em 30 de Outubro de 2025 às 13:23

Instituto Médico Legal (IML) do Rio de Janeiro
Sede do Instituto Médico Legal (IML) do Rio de Janeiro Crédito: Fernando Frazão/Agência Brasil
A Defensoria Pública do Rio de Janeiro afirmou nesta quinta-feira (30) que pediu para acompanhar as perícias nos corpos recolhidos após a operação nos complexos do Alemão e da Penha, mas que foi negada a entrada no IML (Instituto Médico Legal). A Defensoria argumenta que o acompanhamento faz parte da atuação na ADPF 635, conhecida como ADPF das Favelas, determinada pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
A Polícia Civil afirmou que o acesso ao IML está limitado a policiais civis e membros do MPRJ (Ministério Público do Rio de Janeiro). "Queremos entender as circunstâncias dessas mortes, gostaríamos de acompanhar. Ao Ministério Público a entrada foi oportunizada e à Defensoria não foi permitido o ingresso", afirmou a defensora Rafaela Garcez. Segundo Rafaela, houve contatos com a Secretaria de Segurança Pública para o ingresso, mas a coordenação afirmou que nomes deveriam constar em uma lista.
A Defensoria deve requisitar judicialmente o acompanhamento ainda nesta quinta. Inabitual, a entrada é pedida, segundo o próprio órgão, pela singularidade da operação. "Viemos aqui hoje enfatizando que a Defensoria está na ADPF, inclusive fazendo parte do comitê de monitoramento. Tendo em vista a singularidade dessa operação, nós pedimos acesso em paridade com a outra parte, o Ministério Público", disse o subcoordenador criminal da Defensoria, Emerson Betta.
O órgão atendeu 106 familiares na quarta. Segundo o IML, até a manhã 80 corpos já haviam passado por necropsia, o que significa mais da metade dos 121 mortos contabilizados oficialmente pelo governo. Seis corpos haviam sido liberados às famílias até a noite de quarta. A Polícia Civil afirmou que ainda não há informações sobre o número de identificados.
Um posto do Detran (Departamento de Trânsito), no centro do Rio e ao lado do IML, foi colocado como ponto de triagem para as famílias. Os parentes chegam, cadastram as informações pessoais dos mortos, e recebem uma senha antes de fazer o reconhecimento. Alguns deles têm reclamado da demora para a liberação.
O IML do centro foi destacado para o recebimento dos corpos da operação. Os demais casos que não envolvem a ação foram deslocados para o IML de Niterói.

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