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Eleições 2022

Defesa diz ao TSE que só entregará relatório sobre urnas após 2° turno

Bolsonaro muda discurso, e ministério nega ter enviado documento de fiscalização a "qualquer candidato"
Agência FolhaPress

Publicado em 

19 out 2022 às 20:25

Publicado em 19 de Outubro de 2022 às 20:25

  • Cézar Feitoza e Matheus Teixeira

BRASÍLIA - O Ministério da Defesa afirmou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nesta quarta-feira (19) que só entregará o relatório da fiscalização do processo eleitoral após o fim do segundo turno.
A afirmação foi dada em resposta à decisão do presidente do TSE, Alexandre de Moraes, que determinou o enviou dos documentos à corte.
Urnas eletrônicas que apresentam problemas estão sendo substituídas
Urnas eletrônicas: relatório de fiscalização do primeiro turno Crédito: Fernando Frazão/ Agência Brasil
"Ao término do processo será elaborado um relatório contemplando toda a extensão da atuação das Forças Armadas como entidades fiscalizadoras, com os documentos atinentes às atividades em comento. Tal relatório será encaminhado ao TSE em até 30 dias após o encerramento da etapa 8 do Plano de Trabalho", disse a Defesa.
"Assim sendo, convém esclarecer que, devido à atual inexistência de relatório, não procede a informação de que ocorreu entrega do suposto documento a qualquer candidato", acrescentou.
Segundo a previsão das Forças Armadas, o relatório só deverá ser entregue em meados de janeiro ou no início de fevereiro.

BOLSONARO EVITA FALAR NO RELATÓRIO

Em uma mudança de discurso, o presidente Jair Bolsonaro (PL) evitou falar nesta quarta-feira (19) sobre a fiscalização das Forças Armadas no primeiro turno das eleições.
Questionado por jornalistas sobre o relatório do Ministério da Defesa, Bolsonaro desconversou. "Olha, as Forças Armadas não fazem auditoria. Lançaram equivocadamente. A Comissão de Transparência Eleitoral não tem essa atribuição. Furada, fake news", disse.
O presidente ainda foi perguntado se havia visto o relatório da fiscalização do primeiro turno. "Você está colocando [palavra] na minha boca agora? Não coloca na minha boca, não. Quem fala é o Paulo Sérgio, [ministro] da Defesa", disse o presidente, negando haver falado sobre relatório das Forças Armadas.
A declaração do presidente difere da que ele tinha dado na noite de 2 de outubro, após o fim da votação.
"Vou aguardar o parecer aqui das Forças Armadas que ficaram presentes hoje lá na sala cofre. Repito, elas foram convidadas a participar, integrar uma comissão de transparência eleitoral. Então isso aí fica a cargo do ministro da Defesa", disse Bolsonaro na ocasião.

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