Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • Deputado Luis Miranda chega à CPI usando colete à prova de balas
CPI da Covid

Deputado Luis Miranda chega à CPI usando colete à prova de balas

Miranda relatou ter sofrido muitas ameaças desta quinta para sexta (25) e afirmou que o irmão foi "abandonado" pelo Ministério da Saúde e está voltando ao Brasil de avião comercial

Publicado em 25 de Junho de 2021 às 15:49

Agência FolhaPress

Publicado em 

25 jun 2021 às 15:49
O deputado Luis Miranda (DEM-DF) no Senado, onde irá depor à CPI sobre o processo de compra de doses da vacina Covaxin. A sua presença na Casa atrai a imprensa e causa aglomerações. Ele usa um colete a prova de balas.
O deputado Luis Miranda (DEM-DF) já está no Senado, onde irá depor à CPI sobre o processo de compra de doses da vacina Covaxin. A sua presença na Casa atrai a imprensa e causa aglomerações. Ele usa um colete a prova de balas. Crédito: Edilson Rodrigues/Agência Senado
O deputado Luis Miranda (DEM- DF) chegou à CPI da Covid para prestar depoimento trajando um colete à prova de balas e uma Bíblia nas mãos.
Miranda relatou ter sofrido muitas ameaças desta quinta para sexta (25) e afirmou que o irmão foi "abandonado" pelo Ministério da Saúde e está voltando ao Brasil de avião comercial. O servidor estava nos Estados Unidos, com a equipe da pasta que liberou a importação das doses da Janssen. Ele voltou a Brasília em voo que partiu do aeroporto de Viracopos, em Campinas, e chegou por volta de 14h40.
O deputado também se comprometeu a falar a verdade.
Os irmãos devem depor nesta tarde à CPI. Os depoentes afirmam que alertaram o presidente Jair Bolsonaro sobre supostas irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin.
Como revelou o jornal Folha de S.Paulo na sexta-feira passada (18), o servidor disse ao MPF (Ministério Público Federal), em 31 de março, que recebeu uma "pressão atípica" para agilizar a importação da vacina.
Já o deputado afirma que, ao lado do irmão, levou o caso a Bolsonaro, em 20 de março, que prometeu acionar a Polícia Federal.
Os irmãos apontam que houve tentativa de antecipar pagamento de US$ 45 milhões para liberar a importação de um lote da vacina. A invoice (fatura) apresentada à Anvisa para liberar a carga estava no nome da empresa Madison, de Singapura, ligada à fabricante Bharat Biotech, mas que não é citada no contrato com o Ministério da Saúde.
O governo federal nega irregularidades, alega que o documento foi retificado para retirar a exigência do pagamento antecipado.
As declarações dos irmãos levaram o presidente Bolsonaro ao centro das investigações da CPI da Covid.
O presidente pediu para a PF investigar os irmãos Miranda, mas não explicou ainda que destino deu aos alertas de irregularidade.
O contrato de R$ 1,6 bilhão para compra de 20 milhões de doses da Covaxin foi assinado em 25 de fevereiro, mas nenhuma vacina chegou ao país até agora.
Cada dose custa US$ 15, o maior valor negociado de imunizante negociado pelo governo, mas ainda não houve pagamento dos lotes.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
As teorias da conspiração sobre 'cientistas desaparecidos' nos EUA que deixam famílias perplexas
Ppresidente Luiz Inácio Lula da Silva
Lula tira excesso de pele na cabeça e trata tendinite em hospital nesta sexta (24)
PF cumpriu mandados de prisão e de busca durante a Operação Anjo Mal, em Conceição da Barra
PF prende suspeito de compartilhar material de abuso infantil no Norte do ES

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados