Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • Em novo atrito com Doria, Ministério diz que não deve Astrazeneca a SP
Novos atritos

Em novo atrito com Doria, Ministério diz que não deve Astrazeneca a SP

A afirmação foi feita após o governo de São Paulo dizer que os municípios estão impossibilitados de aplicar a segunda dose porque o governo federal deixou de enviar o imunizante

Publicado em 10 de Setembro de 2021 às 14:09

Agência FolhaPress

Publicado em 

10 set 2021 às 14:09
Vacina Astrazeneca
O Ministério da Saúde afirmou que dados inseridos por São Paulo no LocalizaSUS mostram que o estado utilizou 13,99 milhões de aplicações da primeira dose e 6,67 milhões da segunda. Crédito: Carlos Alberto Silva
Ministério da Saúde afirmou nesta sexta-feira (10) que não deve vacinas da Astrazeneca para serem aplicadas como segunda dose na campanha de imunização contra a Covid em São Paulo.
Segundo a pasta, se as pessoas não encontram o imunizante nos postos de saúde do estado, é porque o governo de João Doria (PSDB) aplicou na primeira dose injeções que deveriam ter sido reservadas para a segunda.
A afirmação foi feita após o governo de São Paulo dizer que os municípios paulistas estão impossibilitados de aplicar a segunda dose da Astrazeneca porque o governo federal deixou de enviar o imunizante.
O Ministério da Saúde afirmou que dados inseridos por São Paulo no LocalizaSUS mostram que o estado utilizou 13,99 milhões de aplicações da primeira dose e 6,67 milhões da segunda.
"Até o momento, foram entregues ao estado 12,4 milhões de dose 1 e 9,2 milhões de dose 2 da Astrazeneca. Os 2,8 milhões de doses [que completam a diferença] não foram enviados porque o prazo de intervalo entre a primeira e segunda dose só se dará no final do mês", disse a pasta, em nota.
O jornal Folha de S.Paulo perguntou se o Ministério da Saúde pretende enviar novas doses para corrigir o problema em São Paulo ou se aconselha o estado a substituir a aplicação da Astrazeneca por outro imunizante, já que há estudos demonstrando vantagens na mistura de algumas vacinas. No entanto, a reportagem não obteve resposta.
O ministério destacou apenas que os estados e municípios devem seguir o plano de vacinação. "As alterações nas recomendações do Programa Nacional de Imunizações acarretam na falta de doses para completar o esquema vacinal na população brasileira."
Em agosto, porém, como a Folha de S.Paulo mostrou, o próprio ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, chegou a sugerir que São Paulo usasse doses reservadas para a segunda aplicação a fim de suprir a falta de imunizantes da Pfizer.
Em relação à Astrazeneca, segundo a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo, o governo federal deixou de enviar cerca de 1 milhão de doses da vacina para São Paulo. Essa seria a explicação para a falta de injeções no estado. A gestão Doria chamou a falta de vacinas de "apagão".
"O prazo de aplicação destas doses começou a vencer no dia 4 de setembro. Também precisaremos receber pelo menos mais 1,4 milhão de doses até o dia 20 setembro para concluir os esquemas vacinais deste mês", afirmou a secretaria, em nota.
O órgão estadual disse que cobrou o envio de novas doses na última semana e que um novo ofício foi enviado ao governo federal nesta quinta-feira (9).
"Em eventual indisponibilidade de mais remessas da AstraZeneca, o estado aguarda envio imediato de doses da Pfizer para suprir esta demanda e concluir os esquemas em conformidade com a solução de intercambialidade indicada pelo próprio PNI [Plano Nacional de Imunização] do Ministério da Saúde", diz o governo Doria.
Essa não é a primeira vez que os governos Doria e Jair Bolsonaro criam polêmicas sobre a distribuição de doses. No início do mês passado, o tucano ameaçou ir à Justiça para cobrar o envio de 228 mil doses da Pfizer para vacinar adolescentes.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Gabriela Sartório morreu após ser atropelada enquanto pedalava
Morre ciclista atropelada por motorista que confessou ter bebido em Vitória
Aplicativos sugerem investimentos, mas decisões podem ser influenciadas por taxas, comissões e algoritmos
O mercado não é seu amigo: quem ganha antes de você com seus investimentos
A WN7 é o primeiro modelo elétrico de grande porte da Honda.
Moto elétrica da Honda é premiada como melhor design de produto

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados