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Violência

Guarda municipal é preso suspeito de matar a esposa na festa de casamento em SP

Nájylla Duenas Nascimento, 34, foi baleada após briga durante a celebração; ela deixa 3 filhos

Publicado em 11 de Maio de 2026 às 05:43

Agência FolhaPress

Publicado em 

11 mai 2026 às 05:43
Nájylla Duenas Nascimento, de 34 anos, foi morta a tiros pelo marido, um guarda municipal de Campinas (SP), durante a confraternização do próprio casamento, na noite de sábado (9)
Nájylla Duenas Nascimento, de 34 anos, foi morta a tiros pelo marido, um guarda municipal de Campinas (SP), durante a confraternização do próprio casamento, na noite de sábado (9) Reprodução
Uma mulher de 34 anos foi morta a tiros pelo marido durante a celebração do casamento deles, na noite deste sábado (9), em Campinas, interior de São Paulo, segundo a polícia. Nájylla Duenas Nascimento deixa três filhos.
O guarda municipal Daniel Barbosa Marinho, 55, foi preso em flagrante sob suspeita de feminicídio. A defesa informou que ele se apresentou espontaneamente à polícia e deve colaborar com as investigações.
A GCM (Guarda Civil Municipal) de Campinas lamentou a morte e afirmou, em nota, que a Corregedoria da corporação acompanha o caso e vai instaurar procedimentos administrativos e disciplinares para apurar a conduta do agente.
A arma usada no crime pertence à GCM, a qual Marinho fazia parte desde a década de 1990. "A corporação colabora integralmente com as investigações da Polícia Civil e permanece à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários."
Segundo o boletim de ocorrência, o casal brigou durante a celebração do casamento, realizada na residência deles, chegando a luta corporal. Familiares e demais convidados tentaram contê-los e retiram as crianças do local.
Neste momento, de acordo com relatos, Marinho pegou a arma de fogo, agrediu a esposa e efetuou disparos para cima. Ele saiu do local, mas retornou pouco depois e atirou em Nájylla. O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi chamado, mas constatou que ela já estava morta.
A SSP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo) informou que caso foi registrado como feminicídio e violência doméstica na 2ª DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) de Campinas. Marinho foi encaminhado à Cadeia Pública do 2ª DP (Delegacia de Polícia), onde permanece à disposição da Justiça.

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