A greve geral contra a reforma da Previdência afeta o transporte coletivo em São Paulo no início da manhã desta sexta-feira (14). Os metroviários aderiram e pararam parcialmente as linhas 1 (azul), 2 (verde) e 3 (vermelha). A linha 15 (prata) está parada. As linhas 4 (amarela) e 5 (lilás) funcionam normalmente.
O metrô informou que os grevistas serão penalizados caso não seja respeitada a decisão judicial de funcionamento do serviço com pelo menos 80% da capacidade nos horários de pico.
"O movimento político contra a reforma da Previdência prejudica milhões de pessoas em São Paulo", diz trecho de comunicado divulgado pela empresa.
Um plano de contingência para minimizar o impacto para mais de 5 milhões de passageiros diários do serviço será colocado em prática durante o dia, de acordo com a adesão dos metroviários à paralisação.
Os trens da CPTM funcionam normalmente. Os ferroviários desistiram da greve na noite de quinta-feira.
Segundo a SPTrans, a operação de ônibus ocorre normalmente em toda a cidade.
Além das paralisações no transporte, manifestantes interditaram a rodovia Regis Bittencourt, na altura de Taboão da Serra. Com faixas e bandeiras, eles colocaram fogo em pneus e gritaram suas reivindicações.
Houve protesto com pneus queimados também na rodovia rodovia Hélio Smidt, embaixo do viaduto da rodovia Presidente Dutra; em Santos
TRANSPORTE EM GUARULHOS
A EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos) informou que as linhas operadas pelas empresas Arujá, Atual, Guarulhos Transportes, Real, Transdutra e Vila Galvão continuam paralisadas.
A linha 13-Jade da CPTM, que faz ligação entre a região 1 do Aeroporto Internacional de Guarulhos e a estação Engenheiro Goulart da linha 12-Safira, em São Paulo, está funcionando normalmente.