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'Já fiz o que tinha que fazer', diz Moraes após mandar Bolsonaro para a Papudinha

Fala do ministro do STF aconteceu em colação de grau de alunos da USP, onde é professor e também foi aluno
Agência FolhaPress

Publicado em 

16 jan 2026 às 15:50

Publicado em 16 de Janeiro de 2026 às 15:50

SÃO PAULO - Horas após determinar a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da superintendência da PF (Polícia Federal) nesta quinta (15), em Brasília, para o 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecido como Papudinha, o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), comentou a decisão em um evento na zona sul de São Paulo.
O magistrado disse, em tom de brincadeira, que os discursos anteriores ao dele não respeitaram a duração de três minutos e, por isso, ele havia cogitado "tomar algumas medidas". Na sequência, ele mencionou a decisão tomada mais cedo: "Eu me contive hoje, né? Acho que hoje eu já fiz o que eu tinha que fazer".
Na decisão, Moraes também aceitou o acesso o pedido da defesa de Bolsonaro, que cumpre pena por liderar uma tentativa de golpe de Estado, por assistência religiosa. Está autorizado o acesso do deputado distrital Thiago Manzoni (PL), da igreja IDE Brasília, e do ex-deputado Robson Rodovalho, presidente da Sarah Nossa Terra.
A transferência ocorre após uma série de pedidos e reclamações dos advogados do ex-presidente, que haviam solicitado medidas como a troca do aparelho televisivo por uma Smart TV e a redução de um possível ruído do aparelho de ar-condicionado. O relator da trama golpista descartou a possibilidade do ruído e não atendeu à troca da TV.
A fala aconteceu na colocação de grau dos alunos da turma 194 do curso de direito da USP (Universidade de São Paulo). Moraes é bacharel, mestre e doutor pela instituição, onde é professor titular de direito eleitoral. O evento foi realizado no Teatro Vibra São Paulo (zona sul).
O ministro foi patrono da turma, homenagem concedida por alunos a docentes que são considerados referência profissional e intelectual. Além dele, os professores Guilherme Madeira Dezem, Julia Lenzi Silva, Marcelo José Magalhães Bonizzi e José Carlos Baptista Puoli foram paraninfos de cada uma das salas do que compõem a turma. Essa outra homenagem é entregue a professores com maior proximidade dos discentes. Também discursaram dois alunos oradores.

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