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Caso do ex-delegado

Justiça expede oitavo mandado de prisão após morte de Ruy Ferraz em SP

A SSP (Secretaria da Segurança Pública) não informou qual teria sido a função da oitava pessoa a ter o mandado de prisão expedido
Agência FolhaPress

Publicado em 

23 set 2025 às 17:17

Publicado em 23 de Setembro de 2025 às 17:17

Polícia Civil busca prender um novo alvo suspeito de envolvimento na morte do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes, 64. O policial, que atuava como secretário de Administração de Praia Grande, na Baixada Santista, foi assassinado a tiros de fuzil no último dia 15. Até o momento foram expedidos oito mandados de prisão contra suspeitos de envolvimento direto ou indireto no crime. Quatro pessoas foram presas, e outras quatro, incluindo o novo alvo, seguem foragidas. A SSP (Secretaria da Segurança Pública) não informou qual teria sido a função da oitava pessoa a ter o mandado de prisão expedido.
Durante manhã desta terça-feira (23), investigadores foram às ruas na tentativa de cumprir mandados de busca e apreensão e ouvir testemunhas do fato. No domingo (21), o dono da casa em Praia Grande (SP) que teria sido usada por envolvidos no assassinato se apresentou em uma delegacia.
Ruy Ferraz Fontes, de 63 anos, foi morto em Praia Grande, no litoral paulista
Ruy Ferraz Fontes, de 63 anos, foi morto em Praia Grande, no litoral paulista Crédito: Divulgação/Prefeitura de Praia Grande
William Marques, 36, está preso no Deic após ter a prisão ordenada pela Justiça. Ele é irmão de um policial militar, que a princípio não possui envolvimento com o caso. Segundo a polícia, foi nessa casa que Dahesly Oliveira Pires, 25, que presa na semana passada, teria retirado um fuzil usado no assassinato do ex-policial.
De acordo com a polícia, Dahesly mora na periferia de Diadema, tem passagem por tráfico de drogas e é dependente química. Apesar de ter negado ter conhecimento do que se tratava o pacote, posteriormente ela admitiu que sabia que estava transportando um fuzil. A polícia quer ouvir o dono da casa para saber detalhes sobre quem usou o imóvel e por quanto tempo.
Na manhã de sábado, a polícia havia prendido o terceiro suspeito de participação no crime. Rafael Marcell Dias Simões, o Jaguar, tem 42 anos e se entregou à polícia em uma delegacia de São Vicente, no litoral paulista. A prisão é temporária a tem validade de 30 dias. À Folha de S.Paulo a defesa de Simões afirmou que vai provar a inocência dele no curso das investigações.
A polícia suspeita de que Simões tenha sido transportado por Luiz Henrique Santos Batista, o Fofão, 38, detido na sexta (19) pela manhã em São Vicente. Há mais três pessoas com prisão decretada que estão foragidas. Entre eles, Luiz Antônio Rodrigues de Miranda, namorado de Dahesly, que pediu que ela transportasse o armamento.
O segundo procurado é integrante do PCC (Primeiro Comando da Capital) e foi identificado pela Polícia Civil como Felipe Avelino da Silva, 33, conhecido como Mascherano. Outro suspeito é Flávio Henrique Ferreira de Souza, 24, sem passagem, de acordo com o secretário.
O ex-delegado-geral foi assassinado em emboscada. O carro do policial civil aposentado foi atingido por 29 tiros de fuzil no momento em que saía da prefeitura do balneário. Imagens do ataque mostraram o momento em que ele tentou fugir e bateu em dois ônibus em uma avenida movimentada. Ao menos três homens encapuzados e com coletes a prova de balas desceram de um dos veículos usados no crime e o alvejaram. Ele morreu no local.
O carro utilizado no crime foi encontrado queimado pela polícia. Segundo a Prefeitura de Praia Grande, duas pessoas, um homem e uma mulher, ficaram feridos durante o ataque ao delegado. Eles estavam na rua e foram atingido por tiros.
Ferraz ocupou o maior posto da Polícia Civil do estado, como delegado-geral, de janeiro de 2019 a abril de 2022, na gestão do governador João Doria. Nessa função, respondia diretamente ao governador e ao secretário da Segurança Pública.

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